Quadrilha se aproveitou da pandemia para aplicar golpes na Desenvolve SP
A Polícia Civil de São Paulo acredita que a quadrilha investigada por ter aplicado golpes contra a agência de créditos e financiamentos de negócios, Desenvolve SP , se aproveitou da pandemia de Covid-19 para aplicar os golpes .
As fraudes aconteceram entre 2021 e 2022 .
Segundo a investigação, o grupo criminoso tomou proveito do contexto pandêmico, quando houve uma expansão emergencial do crédito para atender empresas que enfrentavam dificuldades e a transição para o trabalho remoto .
Os investigados criaram e usaram empresas de fachada para burlar e lesar o programa.
Ao todo, as autoridades acreditam que o prejuízo das fraudes pode chegar a R$ 70,4 milhões.
Ainda de acordo com as autoridades, o grupo possuía uma estrutura criminosa organizada composta por diferentes núcleos, que teriam participado da criação e utilização de empresas de fachada, da elaboração de documentos falsos, obtenção irregular de financiamentos e da movimentação dos valores posteriormente distribuídos entre os integrantes do grupo e terceiros beneficiários.
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1 de 6 As fraudes aconteceram durante o período pandêmico Divulgação/ Polícia Civil de São Paulo 2 de 6 Investigação contra o grupo começou em janeiro de 2022 Divulgação/ Polícia Civil de São Paulo 3 de 6 São cumpridos mandados de busca e apreensão no Estado de SP e RJ Divulgação/ Polícia Civil de São Paulo 4 de 6 Segundo a polícia, o grupo criminoso é bem estruturado e conta com dois núcleos de atuação Divulgação/ Polícia Civil de São Paulo 5 de 6 Polícia cumpre 22 mandados na Operação Avaritia Divulgação/ Polícia Civil de São Paulo 6 de 6 Viaturas da polícia saíram do DHPP para cumprir mandados na Operação Avaritia Divulgação/ Polícia Civil de São Paulo De acordo com os elementos juntados pela investigação, as empresas de fachada teriam sido criadas e usadas no esquema por meio de alterações societárias simuladas, emprego de sócios interpostos e demonstração artificial de capacidade financeira, com a finalidade de viabilizar a aprovação de operações de crédito junto ao programa Desenvolve SP.
Depois da liberação dos recursos por parte da instituição, os valores eram repassados a contas de terceiros e pulverizados por meio de sucessivas transações financeiras, “em dinâmica compatível com ocultação patrimonial e lavagem de dinheiro”.
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