Veja 8 razões pelas quais Hamilton pode acreditar no octacampeonato da F1
Lewis Hamilton faz treino pesado de abdome durante pausa da F1 Quem apostou que Lewis Hamilton já não era mais o mesmo após os últimos anos de Mercedes e o início ruim na Ferrari, precisou rever suas certezas.
Aos 41 anos, o inglês é vice-líder da F1 2026 e vem respondendo às críticas com atuações em alto nível - tentando alcançar o jovem Kimi Antonelli na ponta.
E mesmo 50 pontos atrás do rival, Hamilton ainda mantém vivo o sonho do octacampeonato.
Acesse o canal de automobilismo do ge no WhatsApp 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Lewis Hamilton no pódio do GP do Canadá de F1 2026 Mathieu Belanger/Reuters Abaixo, o ge lista razões pelas quais não é irreal apostar nas chances do veterano de alcançar Antonelli - ou, ao menos, chegar de vez na briga pela liderança.
Vale destacar: Hamilton não ocupava a vice-liderança da F1 desde 2021, ano em que disputou o título com Max Verstappen em um confronto antológico com o holandês da Red Bull.
Na ocasião, ele perdeu; desta vez, pode ser diferente? 1.
Força do chassi da Ferrari O ponto forte da escuderia em 2026 é o carro – que Hamilton, há alguns meses, chegou a classificar como “fantástico”.
O heptacampeão concordou com as alegações dos rivais de que a Ferrari possui o chassi mais forte do grid, com uma eficiência aerodinâmica que só cresceu após as atualizações feitas, principalmente, em Barcelona.
Lewis Hamilton na classificação para o GP da Hungria Bernadett Szabo/Reuters A pista, por sinal, favorece os carros construídos de forma mais acertada - não coincidentemente foi palco da primeira vitória da Ferrari no ano.
O calcanhar de Aquiles da escudeira de Maranello, porém, é o motor, ainda deficitário perto da unidade de potência da líder Mercedes.
Ainda assim, vale destacar como ponto positivo o turbo desenvolvido pela equipe italiana: como é menor, ele otimiza o processo de aceleração do carro nas largadas, o que torna as duas Ferraris uma ameaça frequente às rivais na abertura das corridas.
2.
Acerto em preparativos pré-corrida Embora Hamilton tenha chegado à F1 pela McLaren – que pavimentou o caminho para os simuladores no início dos anos 2000 na categoria –, o heptacampeão não é um grande fã da tecnologia.
Desde os tempos da Mercedes, ele evitou fazer uso deles e já confessou ter tido pouquíssimo auxílio durante seus anos de conquista com a equipe alemã (mesmo tentando em 2020 e 2021).
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