O carro elétrico já está mudando a arquitetura das cidades brasileiras
Em apenas cinco anos, o carro elétrico ainda ocupava um espaço pequeno no mercado automobilístico latino-americano.
As vendas eram discretas e a tecnologia parecia distante da realidade de grande parte dos consumidores.
Desde então, os números começaram a contar outra história.
A participação dos carros elétricos nas vendas de veículos novos cresceu em alguns dos principais mercados da região.
A Colômbia saiu de uma presença próxima de zero para 10% em cinco anos, alcançando o mesmo patamar registrado pelos Estados Unidos na comparação da Our World in Data.
O México também ganhou velocidade: entre 2024 e 2025, a participação passou de 2% para 7%.
A série considera veículos totalmente elétricos e híbridos plug-in.
Há algo que merece ser observado antes de olhar para os números seguintes.
A mudança tecnológica não acontece apenas na concessionária.
Ela começa a alterar a casa, o condomínio, a rua, a estrada e a maneira como pensamos o próprio ato de abastecer um automóvel.
Os percentuais ajudam a dimensionar uma transformação que chegou às escolhas dos consumidores.
A base ainda é desigual entre os países, mas a expansão da frota elétrica começa a produzir uma consequência que vai além das concessionárias: cidades, edifícios, empresas de energia e rodovias precisam adaptar sua infraestrutura.
A curva mudou Na Colômbia, incentivos fiscais contribuíram para acelerar a entrada dos veículos elétricos.
O mesmo princípio aparece em outros mercados latino-americanos, com diferentes combinações de redução tributária, benefícios para os proprietários e estímulos à infraestrutura.
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