Mercado de bioinsumos fatura R$ 1,8 bilhão no 1º semestre e ganha projeção na ONU
O mercado brasileiro de bioinsumos registrou, só no 1º semestre de 2026, um faturamento de 1.820.000.000 de reais e crescimento de 9,6% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com dados da Cropdata, plataforma da CropLife Brasil, entidade que representa empresas de pesquisa e inovação para a produção agrícola sustentável.
Esse avanço consolida uma tendência que projeta o Brasil a uma posição de destaque no cenário internacional — expansão reconhecida pela FAO, agência das Nações Unidas dedicada ao combate à fome e à insegurança alimentar.
Nesta semana, a agência da ONU realiza o Fórum Mundial para a Alimentação e a Agricultura, na Itália.
No evento, a iniciativa Renera, elaborada pela CropLife Brasil em parceria com a ApexBrasil, ganha projeção global ao demonstrar como a tecnologia e o uso de microrganismos fortalecem a resiliência das lavouras frente aos desafios climáticos.
O projeto posiciona a agricultura tropical brasileira como referência em sustentabilidade na produção de alimentos.
A plataforma Cropdata estima que o Brasil encerrou o 1º semestre deste ano com 46 milhões de hectares tratados por bioinsumos, um acréscimo de 18% em relação ao mesmo período de 2025.
A presença brasileira no encontro anual da FAO promete estreitar parcerias estratégicas e impulsionar ainda mais o uso de soluções biológicas em escala global.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.