Entre torneios de fim de semana e o mercado do futebol: Observações de um pai nos EUA
Passados pouco mais de 30 dias da final da Copa do Mundo, a temporada do futebol “youth” recomeçou nos Estados Unidos.
No estado da Geórgia, por exemplo, a temporada regular dos “youth clubs” e das ligas estaduais (como as filiadas à U.S.
Youth Soccer e à U.S.
Club Soccer) começa tipicamente entre o início e o meio de agosto, acompanhando o retorno precoce do ano letivo nessas regiões.
Isso significa que não somente as crianças, mas as famílias voltam à ativa no circuito do futebol.
Como faço parte desse ecossistema por ter dois filhos jogando em um clube, obviamente estou há dois fins de semana cruzando a cidade para atender aos torneios que eles participam.
Aproveitei essa imersão para registrar algumas constatações e reflexões sobre este início de ano esportivo.
O legado da Copa nas arquibancadas Muito legal ver crianças e pais usando camisas de seleções nesse ambiente dos torneios.
Se eu tivesse que ranquear em termos de quantidade, eis as camisas que mais vi por aqui: Argentina, México, Estados Unidos, Colômbia, Portugal, França e Brasil.
Algumas observações saltam aos olhos: a diferença do volume da Argentina para o Brasil foi gritante.
Proporção estimada de 5 camisas dos hermanos para apenas 1 do Brasil.
O “Efeito Messi” pesa (e muito), mas o fato de terem chegado a mais uma final de Copa influencia demais na percepção dos torcedores locais.
Portugal: quase todas as camisas que vi eram de quem? Adivinhem? Cristiano Ronaldo, claro.
México e Colômbia refletem a força da comunidade latina no futebol local.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em maquinadoesporte.com.br — o conteúdo pertence a Máquina do Esporte.