Enchentes no Equador causam três mortes e já atingem mais de 23 mil pessoas
As fortes chuvas que atingem o Equador desde o fim de agosto deixaram três mortos e mais de 23 mil pessoas afetadas ou desalojadas, segundo balanço divulgado na segunda-feira, 19, pela Secretaria Nacional de Gestão de Riscos.
Inundações, deslizamentos de terra e transbordamentos de rios provocaram 430 ocorrências em 22 das 24 províncias do país e danificaram pelo menos 5.650 casas.
A previsão de novas precipitações mantém as autoridades em alerta.
De acordo com o levantamento oficial, 23.666 pessoas foram atingidas pelas chuvas.
Desse total, 21.826 foram classificadas como afetadas e 1.840 como desalojadas.
Os danos se concentram principalmente na região costeira, mas também alcançam áreas da Serra e da Amazônia equatoriana.
A província de Esmeraldas, na fronteira com a Colômbia , está entre as áreas mais atingidas.
No início de outubro, as autoridades locais contabilizavam mais de 13 mil pessoas afetadas ou desabrigadas.
Em municípios como Muisne, o transbordamento de rios danificou estruturas de casas e obrigou famílias a deixar temporariamente suas residências.
Em Guayas, uma das províncias mais populosas do país, a cheia dos rios Balao, Tenguel e Vinces, somadas ao transbordamento do riacho Lagarto, causou enchentes em áreas rurais e urbanas.
Continua após a publicidade A situação também comprometeu o funcionamento de escolas.
Segundo o Ministério da Educação equatoriano, as aulas presenciais foram temporariamente suspensas nas cidades de Balao, Milagro e em Tenguel – todas na província de Guaya – mas seguem acontecendo de maneira remota.
As autoridades também relataram transbordamentos de rios nas províncias de Manabí e El Oro, enquanto na província de Los Ríos foram registradas emergências relacionadas ao aumento do volume de água.
Os danos também atingiram as regiões da Serra e da Amazônia, mas a maior parte da população afetada continua concentrada no litoral do país.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.