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Política

Na véspera do 7 de Setembro, candidatos a presidente usam redes e participam de atos públicos para mobilizar eleitores

G1 Política ·
Na véspera do 7 de Setembro, candidatos a presidente usam redes e participam de atos públicos para mobilizar eleitores

Na véspera do 7 de Setembro, alguns candidatos à Presidência da República recorreram a redes sociais e a agendas públicas na manhã deste domingo (6) para mobilizar eleitores e reforçar mensagens de campanha.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) divulgou um vídeo que contrapõe declarações dele a falas de Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro sobre a relação do Brasil com os Estados Unidos.

Flávio, por sua vez, fez uma transmissão ao vivo e lembrou os oito anos da facada sofrida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018, em Juiz de Fora.

Flávio ainda fez críticas ao presidente Lula e ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) (leia mais abaixo).

RELEMBRE: Perdido na crise do STF? Entenda em 10 pontos por que esta foi uma das semanas mais turbulentas da política em 2026 Agora no g1 Pela manhã, Renan Santos participou de uma carreata em Fortaleza e Ronaldo Caiado visitou a Feira do Garavelo, em Aparecida de Goiânia (GO).

Augusto Cury e Romeu Zema não tiveram agendas públicas, segundo a assessoria de campanha dos respectivos candidatos.

Lula, Flávio Bolsonaro, Renan Santos, Ronaldo Caiado, Augusto Cury e Romeu Zema: candidatos à Presidência da República Divulgação Vídeo de Lula contrapõe falas sobre EUA e Pix No vídeo publicado neste domingo, Lula afirma que a eleição colocará o eleitor diante de uma escolha entre "dois lados".

Na sequência, o vídeo intercala declarações de Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro com falas do presidente.

Em um dos trechos, Flávio Bolsonaro aparece dizendo que "a tarifa vai chegar para o Brasil".

Em seguida, Lula afirma: "São traidores da pátria.

A história não os perdoa".

O vídeo também exibe uma declaração de Eduardo Bolsonaro sobre uma possível negociação com os Estados Unidos.

Depois, Lula aparece defendendo o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos.

"O Pix é do Brasil, é público, é gratuito e vai continuar sendo nosso", afirma o presidente.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Política.

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