Otorrino com mais de 20 anos de experiência em plástica facial: veja quem é o médico que operou empresária que morreu após cirurgia
O médico otorrinolaringologista Lessandro Martins, responsável pela cirurgia plástica da empresária Andreia Vieira Gaspar, de 51 anos, que morreu após a realização dos procedimentos, tem mais de 20 anos de experiência em plástica facial, com ênfase em otorrinolaringologia, segundo informações do seu site profissional.
Mas, há pelo menos seis anos, ele se dedica exclusivamente aos procedimentos faciais.
Empresária morre após cirurgia plástica em hospital de Goiânia, diz família Nas redes sociais, ele informa ser de Curitiba, com atuações em Goiânia e em Rio Verde, onde mora.
Segundo o portfólio, Lessandro é graduado em medicina pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Camp), com experiência em cirurgia em Bogotá, na Colômbia. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Andreia morreu no dia 12 de agosto após ser submetida a procedimentos no rosto em uma clínica em Goiânia.
Segundo laudo citado pela família, a causa da morte foi trombose aguda e infarto pulmonar.
A empresária pagou R$ 118 mil pelos procedimentos e não passou por uma consulta presencial com o médico antes da operação, segundo a irmã dela, Djiane Vieira.
Empresária Andreia Vieira Gaspar morreu após cirurgia na face com o médico Lessandro Martins.
Reprodução/TV Anhanguera/Redes sociais de Lessandro Martins Formação e atuação profissional O médico também é membro fundador da Academia de Plástica Facial e membro da Academia Americana de Cirurgia Plástica da Face e da Academia Europeia de Cirurgia Plástica da Face.
A clínica na qual Lessandro atua e que leva o seu nome tem uma equipe com pelo menos outros sete profissionais, segundo dados do site.
Procedimento era sonho antigo da empresária Segundo a família, Andreia morava na Espanha havia cinco anos e retornou a Goiânia para realizar o procedimento, que, segundo a família, era um sonho antigo.
Djiane afirma que a irmã fez os exames solicitados ainda na Espanha e enviou os resultados para a equipe antes de viajar para o Brasil.
“Foram dois anos que ela ficou poupando.
Não é fácil você reunir R$ 118 mil ganhando salário.
Então era um sonho na cabeça dela que já vinha de anos”, afirmou Djiane.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Goiás.