Operação vistoria 126 pontos de compra e venda de fios e cabos de cobre no Paraná
Uma fiscalização integrada pela Polícia Civil do Paraná (PCPR), Polícia Militar do Paraná (PMPR) e Receita Estadual do Paraná (REPR), vistoriou 126 pontos de ligados ao comércio e ao armazenamento de sucatas.
O trabalho realizado nesta quinta-feira, de setembro, teve o objetivo de combater a receptação e a comercialização de fios e cabos de cobre furtados.
As equipes percorreram ruas em Curitiba e em outros 35 municípios da Região Metropolitana e do Interior.
Dos pontos selecionados, 41 ficam na Capital, 24 na Região Metropolitana e 61 no Interior.
A mobilização faz parte do trabalho permanente das instituições para reduzir a circulação de materiais de origem ilícita e atuar sobre a cadeia da receptação.
Saiba as últimas notícias de Curitiba e Paraná: entre na comunidade do Bem Paraná “Fiscalizações como esta atuam diretamente nos pontos que podem abastecer o mercado de produtos de origem criminosa.
Ao verificar a procedência dos materiais e responsabilizar quem participa dessa cadeia, reduzimos o espaço para a receptação e contribuímos para prevenir novos furtos de fios e cabos”, afirma o delegado-geral da PCPR, Silvio Jacob Rockembach.
Durante a fiscalização, as equipes policiais verificam a procedência dos materiais encontrados, consultam registros e adotam as medidas de polícia judiciária nos casos com indícios de crime.
A atuação ocorre simultaneamente em diferentes regiões do Estado.
“A capilaridade da Polícia Militar permite que as equipes atuem em diversos municípios ao mesmo tempo.
Essa integração amplia o alcance da fiscalização e fortalece a resposta aos crimes que afetam a população e a prestação de serviços essenciais”, afirma o comandante-geral da PMPR, coronel Jefferson Silva.
Nos pontos fiscalizados, a REPR verifica a situação cadastral e fiscal das atividades relacionadas ao comércio e ao armazenamento de sucatas.
“A participação da REPR amplia o controle sobre esse segmento e permite verificar a regularidade dos pontos vistoriados.
O trabalho conjunto protege quem atua dentro da legalidade e contribui para impedir que materiais de origem ilícita circulem no mercado”, afirma a diretora da REPR, Suzane Aparecida Gambetta Dobjenski.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.