terça-feira, 22 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Delegação de Cuba abandona Assembleia da ONU após Trump ameaçar governo Trump ameaça intervenções militares pelo mundo em favor dos interesses dos EUA Leia a íntegra do discurso de Lula na 81ª Assembleia-Geral da ONU ‘Brasil não cabe no quintal de ninguém e é soberano’, diz Lula na ONU Delcy Rodríguez pede reunião com Lula durante Assembleia da ONU Eduardo Bolsonaro exibe ‘Dark horse’ nos EUA e omite patrocínio de Vorcaro Lula critica intervenção dos EUA na Venezuela: ‘se fosse Delcy, convocaria eleições’ Veja as falas de Lula na 81ª Assembleia Geral da ONU Cuba denuncia crescente ‘militarização’ dos Estados Unidos na região do Caribe Defesa da soberania nacional está na pauta do discurso de Lula na ONU, dizem assessores Delegação de Cuba abandona Assembleia da ONU após Trump ameaçar governo Trump ameaça intervenções militares pelo mundo em favor dos interesses dos EUA Leia a íntegra do discurso de Lula na 81ª Assembleia-Geral da ONU ‘Brasil não cabe no quintal de ninguém e é soberano’, diz Lula na ONU Delcy Rodríguez pede reunião com Lula durante Assembleia da ONU Eduardo Bolsonaro exibe ‘Dark horse’ nos EUA e omite patrocínio de Vorcaro Lula critica intervenção dos EUA na Venezuela: ‘se fosse Delcy, convocaria eleições’ Veja as falas de Lula na 81ª Assembleia Geral da ONU Cuba denuncia crescente ‘militarização’ dos Estados Unidos na região do Caribe Defesa da soberania nacional está na pauta do discurso de Lula na ONU, dizem assessores
Mundo

De Lula 1 a Lula 3: o que permaneceu, o que mudou e o que surgiu nos discursos do presidente na ONU

G1 Mundo ·
De Lula 1 a Lula 3: o que permaneceu, o que mudou e o que surgiu nos discursos do presidente na ONU

O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, discursa na 81ª Assembleia Geral das Nações Unidas, na sede da ONU, em Nova York, EUA, em 22 de setembro de 2026 Mike Segar/Reuters Ao longo de duas décadas e dez pronunciamentos no plenário da Assembleia Geral das Nações Unidas (2003–2008 e 2023–2026), a política externa expressa no discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou por uma reorientação de prioridades.

Se no primeiro ciclo de mandatos o foco principal era o otimismo da inclusão social, na expansão do comércio Sul-Sul e na crítica ao protecionismo agrícola dos países desenvolvidos, os discursos recentes posicionam o Brasil na liderança do combate à emergência climática, na regulação das plataformas digitais e na defesa da soberania democrática contra o extremismo.

O que permaneceu 'O Brasil não cabe no quintal de ninguém', diz Lula em discurso na ONU Combate à fome e à pobreza Desde 2003, o tema é levado ao plenário da ONU por Lula, destacando a criação do programa Fome Zero no Brasil e propondo a criação de um Fundo Mundial ou Comitê de Combate à Fome.

Em 2005, o presidente citou Josué de Castro ("a fome é expressão biológica de males sociológicos"), lembrando o primeiro diretor-geral da FAO, figura evocada novamente em 2008.

Em 2024, alertou que o número de pessoas passando fome no mundo aumentou em mais de 152 milhões desde 2019 e lançou a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza no âmbito do G20.

Em 2025, celebrou a confirmação oficial da FAO de que o Brasil voltou a sair do Mapa da Fome.

Em 2026, lembrou ser "um operário eleito três vezes presidente e que retirou o Brasil do Mapa da Fome", defendendo a política de "colocar o pobre no orçamento" e o fortalecimento de redes de proteção social.

Reforma da governança global Desde 2003, o presidente sustenta que o Conselho de Segurança precisa refletir a atual configuração geopolítica do planeta, com a inclusão de países em desenvolvimento, especialmente da América Latina e da África, entre os membros permanentes.

Nos primeiros pronunciamentos, o foco recaía sobre a falta de representatividade do órgão.

Em 2003, Lula afirmou que a composição do Conselho, sobretudo entre os membros permanentes, não poderia permanecer a mesma existente desde a criação da ONU.

Em 2007, voltou a defender uma participação maior dos países em desenvolvimento nos principais espaços de decisão internacional.

Duas décadas depois, a crítica foi ampliada.

Nos discursos mais recentes, o presidente passou a associar a exclusão da América Latina e da África a heranças do colonialismo e a cobrar uma reforma estrutural mais profunda da governança global.

Em 2024, classificou a ausência dessas regiões entre os integrantes permanentes como um reflexo inaceitável de práticas de dominação do passado.

Ler a notícia completa no G1 Mundo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mundo.

Mais de G1 Mundo

Ver tudo ›

Mais em Mundo

Ver tudo ›