quarta-feira, 28 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Economia

Passadas as eleições, governo concede garantia para empréstimo de R$ 7 bilhões de consórcio de bancos aos Correios

G1 Economia ·
Passadas as eleições, governo concede garantia para empréstimo de R$ 7 bilhões de consórcio de bancos aos Correios

O governo federal concedeu garantia de R$ 7 bilhões para empréstimo de um consórcio de bancos aos Correios, dentro do processo de reestruturação previsto para o período de 2025 a 2027.

O ato foi formalizado após a conclusão do segundo turno das eleições presidenciais, realizado neste domingo (25), que terminou com a vitória do candidato petista Luiz Inácio Lula da Silva.

A medida consta em despacho do ministro da Fazenda, Dario Durigan, publicado no Diário Oficial da União.

O consórcio de bancos, formado por pelo ABC Brasil, Citibank, Deutsche Bank e pelo JP Morgan, com isso, tem a garantia de que vai receber as parcelas do empréstimo do Tesouro Nacional — no caso de os Correios não honrarem o compromisso.

Agora no g1 O novo empréstimo, no valor de R$ 7 bilhões, já havia sido confirmado pelos Correios nas demonstrações financeiras do 1º semestre deste ano, divulgadas no final de agosto.

Em setembro, os Correios informaram ao g1 que o empréstimo saísse ainda naquele mês, algo que não aconteceu, sendo formalizado apenas após o segundo turno da eleições para presidente da República.

Na ocasião, a estatal também confirmou o compromisso firmado com o governo federal para o aporte de R$ 6 bilhões na empresa até o final de 2027.

Crise financeira Os Correios estão há 15 trimestres seguidos no vermelho.

No primeiro semestre deste ano, a empresa fechou com um prejuízo de R$ 5,6 bilhões.

O prejuízo do 2º trimestre é menor do que o obtido pela empresa nos últimos dois trimestres, o 1º deste ano e o 4º trimestre de 2025, apontando um pequeno movimento de recuperação da saúde financeira dos Correios, que teve um prejuízo recorde no 1º trimestre de 2026.

O resultado dos Correios tem contribuído para o rombo das estatais federais, que somou R$ 6,51 bilhões nos oito primeiros meses deste ano, segundo dados do Banco Central.

O resultado, que é recorde na parcial deste ano, fica próximo do maior rombo já contabilizado para um ano fechado (-R$ 6,73 bilhões em 2024).

Para enfrentar rombo financeiro, o governo autorizou, em maio deste ano, a estatal a vender seguros, títulos de capitalização e a atuar no mercado de telefonia.

A ideia é que a empresa faça convênios com instituições financeiras para ofertar os serviços.

Ler a notícia completa no G1 Economia ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Economia.

Este assunto em outros veículos

Mais de G1 Economia

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›