Mulher agredida por PF após importunação em boate obtém medida protetiva
A 3ª Vara da Justiça Federal de Campo Grande deferiu medidas protetivas para que o policial federal Marcos Antônio Glaner não se aproxime da família vítima de agressões na madrugada de 28 de março.
Conforme a decisão, mãe, filho e a esposa dele estavam em boate na Avenida Afonso Pena quando Marcos teria se aproximado da mulher, que acompanhava o casal.
O relato foi de contato de forma insistente e indesejada.
Consta que ele se identificou como policial federal com intuito intimidatório.
Diante da recusa da vítima, o servidor teria provocado o filho dela.
“A condição de policial federal não foi circunstância acidental, foi o meio eleito para intimidar, submeter e agredir as vítimas.
Consta ainda que, naquela noite, do lado de fora da casa noturna, um dos investigados teria exibido arma de fogo e se evadido em veículo.
Adicionalmente, após os fatos, um dos investigados teria enviado solicitação de amizade à vítima pelo Instagram”, informa a decisão.
A família foi embora da boate e se dirigiu à lanchonete na Rua 15 de Novembro.
Mas foi seguida por Marcos e um amigo, também policial federal.
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