Médica explica "bumbum de cadeira" e dá dicas para empinar o glúteo
Uma rotina marcada por longas horas na posição sentada pode trazer mais consequências do que dores na coluna .
De acordo com a médica e especialista em harmonização glútea Danuza Alves, o hábito, associado ao sedentarismo, pode comprometer a firmeza e a aparência dos glúteos — efeito conhecido popularmente como “bumbum de cadeira”.
Leia também Claudia Meireles Cardiologista enumera 5 hábitos da rotina que prejudicam o coração Claudia Meireles Falta de vitamina B12 pode causar danos ao cérebro e simular demência Claudia Meireles Fisioterapeuta lista 4 exercícios para envelhecer com mais autonomia Em entrevista à coluna Claudia Meireles , Danuza Alves esclareceu como o home office , as horas em frente ao computador e até o tempo no trânsito podem contribuir para a percepção de perda de firmeza na região.
Segundo ela, a sensação de “achatamento” não está relacionada apenas à posição, mas principalmente à falta de estímulo muscular ao longo do dia.
“Quanto menos essa musculatura é estimulada ao longo do dia, maior pode ser a percepção de um glúteo menos ‘durinho’ e com o contorno mais apagado”, afirma médica.
Ficar sentado por muito tempo somado à falta de atividade física é o que mais favorece a aparência de um bumbum quadrado Entenda como longas horas sentadas podem afetar a aparência do bumbum Danuza salienta que o “bumbum de cadeira” não se é um diagnóstico médico .
Ela explica que a expressão ganhou projeção como uma forma de chamar a atenção para os impactos de uma rotina com pouca ativação.
“Quando você passa muitas horas sentada e, fora dali, também não estimula essa musculatura, o glúteo recebe menos estímulo.
Não é simplesmente uma questão de ficar algumas horas em uma cadeira, mas do conjunto da rotina”, esclarece.
O sedentarismo é uma condição que aumenta os riscos de problemas Apesar de não ser um laudo, a sensação encontra respaldo em estudos científicos .
De acordo com Danuza, pesquisas de imagem mostram que os tecidos dos glúteos sofrem compressão e se deslocam sob o peso corporal na posição sentada.
“Pesquisas sobre reduções importantes da atividade física também mostram que menos movimento representa menos estímulo para a manutenção muscular.
Essa combinação ajuda a explicar por que algumas pessoas podem perceber mudanças no contorno depois de períodos prolongados de sedentarismo, embora isso mude de acordo com a rotina e as características de cada corpo”, reflete.
A lógica, segundo ela, está na própria função dos glúteos .
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.