sexta-feira, 14 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Últimas

Megaempresário das "bombas do Paraguai" foge de cerco policial

Metrópoles ·
Megaempresário das "bombas do Paraguai" foge de cerco policial

Um dos alvos centrais da operação Narciso, deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) , conseguiu burlar o cerco policial na tríplice fronteira e encontra-se oficialmente foragido .

Trata-se do megaempresário Jorge Luiz Roa, figura bastante conhecida no Paraguai e proprietário da renomada loja de produtos farmacêuticos Jack Center .

Nas redes sociais, Jorge ostentava uma vida de puro luxo, publicando fotos em festas e viagens para locais paradisíacos com familiares.

Por trás dos holofotes e da fachada de empresário de sucesso, contudo, a polícia aponta que ele atuava no topo da cadeia do tráfico internacional de substâncias ilícitas .

Leia também Na Mira “Legendário da bomba” tinha R$ 1 milhão em carros e cobertura no DF Na Mira “Legendário da bomba” preso receitava anabolizantes para marombeiros do DF Na Mira Conheça Jiraiya, o “mafioso das bombas” e seu império da morte anabólica Jorge é apontado pelas investigações como sócio clandestino de Elisangela Pereira Acosta, a principal fornecedora de medicamentos e insumos anabolizantes para a produção dessas substâncias em laboratórios ilegais espalhados pelo Brasil.

Elisangela, que mora em uma mansão de elevado padrão em Foz do Iguaçu e também é sócia de uma das principais lojas especializadas na venda de anabolizantes no Paraguai , mantinha com Jorge uma complexa engenharia criminosa.

Bombas camufladas Ambos ocultavam as substâncias ilícitas e insumos dentro de peças mecânicas de motocicletas para burlar a fiscalização na fronteira.

Uma vez em Foz do Iguaçu, embalavam os produtos e os enviavam para todos os estados brasileiros por meio de plataformas de e-commerce , Correios ou pelo serviço de “freteiros”, pessoas pagas para fazer o transporte clandestino.

Para ocultar e movimentar o dinheiro decorrente da venda das substâncias comercializadas pela “loja de bombas”, a dupla utilizava os serviços de doleiros no Paraguai e em Foz do Iguaçu.

Os doleiros indicavam contas bancárias de “laranjas” espalhadas pelo Brasil para que fossem realizados os depósitos dos pagamentos.

Em Foz do Iguaçu também estavam localizados alguns desses laranjas, que emprestavam as contas de empresas de materiais de construção, casas lotéricas e empresas de consultoria com a finalidade de dissimular e ocultar a origem criminosa dos valores.

Enquanto Jorge segue sendo procurado pelas forças de segurança, as autoridades conseguiram prender Elisangela e o sócio de outra ramificação, Roberto Carlos, o “Jiraya”, em solo paraguaio.

Laranjas e outros integrantes do esquema também foram detidos durante as diligências.

Ler a notícia completa no Metrópoles ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.

Mais de Metrópoles

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›