Rodolfo Borges na Crusoé: A educação pela grama
O Brasil será o grande teste para as inovações que a FIFA implantou na Copa do Mundo para inibir a cera dos jogadores
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR “Para aprender da pedra, frequentá-la” , diz João Cabral de Melo Neto no clássico A educação pela pedra .
“A lição de moral, sua resistência fria ao que flui e ao fluir, a ser maleada; a de poética, sua carnadura concreta; a de economia, seu adensar-se compacta; lições da pedra (de fora para dentro, cartilha muda), para quem soletrá-la” , segue o poema.
Algumas alterações buscam tornar as decisões mais justas, como a intervenção do árbitro de vídeo para corrigir um escanteio concedido por engano e para revisar um segundo cartão amarelo, que resulta na expulsão do jogador de campo.
Mas a maioria das mudanças tem a intenção de diminuir o tempo de parada nas partidas por subterfúgios dos jogadores para ganhar tempo, algo que perturba especialmente o futebol nacional.
Algumas mudanças já tinham sido implementadas no ano passado, como o posicionamento de várias bolas ao redor do campo, para evitar atrasos causados pelos gandulas, e a diminuição do tempo que os goleiros podem permanecer com a bola nas mãos.
Agora, se o arqueiro segurar a bola por mais de oito segundos, o time adversário ganha um escanteio. Além disso, eles só terão cinco segundos para cobrar o tiro de meta, mesmo tempo de tolerância para que um arremesso lateral seja feito.
Além disso, cada substituição de jogador deve durar no máximo 10 segundos, sob pena de o substituto ter de esperar mais um minuto fora de campo antes de entrar no jogo.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.