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Tecnologia

EUA, IA contra inimigos e o Capitão Óbvio, de novo

Meio Bit ·
EUA, IA contra inimigos e o Capitão Óbvio, de novo

Vamos lá, você sabia que isso ia acontecer mais cedo ou mais tarde: segundo documentos adquiridos pelo The Intercept , o Exército dos Estados Unidos está estudando meios para desenvolver um agente generativo de Inteligência Artificial ( IA ) para invadir e hackear sistemas de nações inimigas, de modo a "neutralizar potenciais ameaças" à hegemonia norte-americana.

Palantir vai "vigiar os vigilantes" do Reino Unido Jogos de Sexo, Espionagem e NSA O governo de Donald Trump, que usou o Claude da Anthropic na operação de invasão à Venezuela e captura do ex-ditador Nicolás Maduro, estaria trabalhando com companhias privadas para criar uma IA como arma desde o início, para hackear adversários diretos e proteger seus interesses, mas convenhamos: eles dificilmente são os únicos fazendo isso.

No que depender de governos e hackers, nada escapará ao olhar das IAs espiãs (Crédito: Benj Edwards/Getty Images) EUA (e todo mundo) querem IA como arma Toda nova tecnologia será, em algum momento, questionada pelo óbvio "dá para fazer uma arma com isso?", e com IAs generativas isso não seria diferente.

Elas já são empregadas por grupos hackers para praticar golpes, de pequenos a muito grandes, assim, governos fazendo o mesmo é só um passo adiante.

O ARCYBER é o braço do US Army responsável pelas operações cibernéticas das Forças Armadas, compreendendo desde ações de defesa contra ameaças externas (esforços esses que o agente solitário responsável por derrubar a internet da Coreia do Norte chamou de insuficientes ) a operações de ataque contra adversários, mas até então tudo era manual, executado por hackers em terminais locais.

Eles possuem um único batalhão dedicado, a 780.ª Brigada Militar de Inteligência.

Nações membros do assim chamado "Eixo do Mal" também possuem seus exércitos de hackers, como o Lazarus Group, supostamente operado pela Coreia do Norte, o Fancy Bear/Forest Blizzard, ligado à Rússia, o Handala, aliado do governo do Irã, e vários outros, mas em um ou outro caso, alguns desses também começaram a empregar IAs em suas operações, de uma maneira que enfim teria aceso os alertas na Casa Branca e no Pentágono.

O secretário de Guerra Pete Hegseth, assim como Trump, d efende o uso de tecnologias de ponta, incluindo IA , para a defesa dos interesses dos EUA em todas as frentes, incluindo hard power (Maduro mandaria um abraço, se pudesse), o que leva à proposta de desenvolvimento de um novo agente chamado ECHOTRIBBLE, cujas informações são inclusive públicas .

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em meiobit.com — o conteúdo pertence a Meio Bit.

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