Samsung e Apple cortam produção de smartphones em até 30%, diz mídia asiática
Duas das maiores fabricantes de smartphones do mundo estão reduzindo a fabricação de aparelhos com efeito imediato .
As informações são de dois sites jornalísticos da Ásia, região que costuma abrigar fábricas e fornecedoras de nomes como Apple e Samsung.
A Samsung foi procurada pelo TecMundo e, até a publicação desta matéria, ainda não havia enviado um posicionamento a respeito do tema.
No caso da sul-coreana, de acordo com a MoneyToday , o pedido de corte na produção de aparelhos seria de até 30% para o último trimestre do ano .
Mais especificamente, o problema estaria na “ deterioração das margens de lucro operacional devido a uma forte alta nos preços de memórias ” — ou seja, a fabricante estaria ganhando menos dinheiro mesmo se vender mais aparelhos em quantidade, devido ao alto custo.
Isso deve fazer com que o volume de vendas da companhia caia, mas os reflexos disso nas finanças e na participação de mercado da empresa, atualmente líder global do setor , ainda são incertos.
As vendas reduzidas no mercado são um impacto direto da atual crise nos chips de memória e a alta demanda deles por empresas de inteligência artificial (IA), levando ao aumento no preço dessas peças e, por consequência, nos próprios aparelhos.
Pesquisas de mercado apontam que o consumidor está mais ‘conservador’ na compra de smartphones , levando mais tempo para trocar de aparelho e optando por pensar no bolso e não apenas na marca envolvida.
Apple também cortou iPhones Já de acordo com o site Nikkei Asia , a rival Apple também teria informado fornecedores de componentes de que a produção de peças para os modelos iPhone 18 Pro e 18 Pro Max será reduzida.
Neste caso, o motivo seria uma demanda abaixo do esperado pela empresa , com menos pessoas em busca do smartphone.
O corte seria de ao menos 15% para os fornecedores a partir de outubro “Observamos que a demanda em termos de volume, a partir de agosto e para o segundo semestre deste ano, não é tão forte quanto em anos anteriores, quando todos os novos modelos eram lançados simultaneamente”, diz uma das fontes ao site.
Outro motivo apontado e que pode contribuir parcialmente envolve questões de calendário: como a própria Maçã optou por não lançar o iPhone 18 convencional e nem o ultrafino iPhone Air 2 nesta leva, preferindo os modelos premium e dobrável, a quantidade de encomendas naturalmente seria reduzida .
A Apple foi contatada pela reportagem original para um posicionamento, mas não respondeu a solicitação.
Como funciona uma tela de celular dobrável? Entenda neste artigo ! /Com informações de Nikkei Asia e MoneyToday.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tecmundo.com.br — o conteúdo pertence a TecMundo.