Santos derruba três transfer bans aplicados pela Fifa; veja detalhes
O Santos quitou, nesta terça-feira, as dívidas responsáveis pelos três novos transfer bans aplicados pela Fifa .
As pendências, relacionadas ao mecanismo de solidariedade da entidade, somavam aproximadamente R$ 950 mil e envolviam negociações dos jogadores Álvaro Barreal, Benjamín Rollheiser e João Basso.
Com os pagamentos, o Peixe conseguiu derrubar as três punições recebidas nesta terça.
A informação foi publicada primeiramente pelo jornalista Lucas Musetti e confirmada pela Gazeta Esportiva .
O clube, entretanto, ainda enfrenta outros quatro transfer bans decorrentes de dívidas com o ex-técnico Pedro Caixinha e integrantes de sua antiga comissão técnica.
Segundo apuração da reportagem, duas das três cobranças pagas pelo Santos eram em euros e totalizavam 120 mil euros (cerca de R$ 671 mil).
A terceira correspondia a 55 mil dólares (aproximadamente R$ 275 mil).
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Acesse https://t.co/buQssSJrJ6 e garanta esse item exclusivo! — Santos FC (@SantosFC) October 13, 2026 As dívidas envolviam o zagueiro João Basso, com valores devidos ao Paraná; o meia Benjamín Rollheiser, com pendências junto a Estudiantes, Sarmiento e River Plate, da Argentina; e o atacante Álvaro Barreal, em negociação que gerou uma cobrança do Vélez Sarsfield, também argentino.
Os débitos estavam relacionados ao mecanismo de solidariedade da Fifa, que prevê a distribuição de uma parcela dos valores envolvidos em transferências internacionais aos clubes responsáveis pela formação dos atletas.
Apesar da regularização dessas pendências, o Santos permanece impedido de registrar novos jogadores enquanto não resolver os demais bloqueios.
Santos ainda enfrenta quatro transfer bans As quatro punições restantes estão relacionadas aos valores devidos a Pedro Caixinha e seus três auxiliares: José Pratas, Pedro Malta e José Belman.
Os profissionais deixaram o Santos em abril de 2025, mas o clube não quitou integralmente as quantias previstas nas rescisões contratuais.
Diante da falta de pagamento, os integrantes da antiga comissão técnica recorreram à Fifa e obtiveram decisões favoráveis, posteriormente mantidas pela Corte Arbitral do Esporte (CAS).
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