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OCDE cita ‘demanda interna resiliente’ e eleva previsão do PIB brasileiro em 2026

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OCDE cita ‘demanda interna resiliente’ e eleva previsão do PIB brasileiro em 2026

Crescimento das cidades impulsiona economia e traz novos desafios A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) revisou para cima a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2026.

A entidade agora estima uma alta de 2%, contra 1,6% projetados em junho.

Para 2027, porém, a previsão foi reduzida: passou de 2,1% para 1,9%. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 ➡️ O novo relatório, divulgado nesta quarta-feira (23), mostra que o Brasil está entre as economias emergentes do G20 que vêm conseguindo sustentar o crescimento apesar dos choques provocados pela guerra no Oriente Médio e pela alta dos preços de energia.

O que explica a revisão para o Brasil Segundo a OCDE, o crescimento de países como Brasil, Índia e Indonésia tem sido sustentado por uma “demanda doméstica resiliente”.

Na prática, isso significa que a economia continuou girando mesmo diante dos choques externos, com consumo e investimentos mantendo força.

No caso brasileiro, a organização também cita políticas do governo que ajudaram a amortecer o impacto dos preços mais altos da energia sobre famílias e empresas.

A OCDE também destaca o comportamento dos juros.

O Brasil é uma exceção entre os países do G20: desde março, a taxa básica caiu mais de 1 ponto percentual, enquanto vários outros países elevaram seus juros no mesmo período.

Para os próximos meses, a entidade projeta novas reduções dos juros no Brasil, à medida que a inflação desacelera.

E o crescimento mundial? Para a economia global, a OCDE também melhorou a previsão para 2026.

A estimativa passou de 2,8% para 2,9%.

A entidade afirma que a economia mundial conseguiu absorver melhor do que o esperado os efeitos do conflito no Oriente Médio.

Estoques de petróleo, aumento da oferta de energia fora da região do Golfo e medidas de apoio dos governos ajudaram a limitar o impacto do choque.

Outro fator citado foi o avanço dos investimentos relacionados à inteligência artificial.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Economia.

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