Quem é o vereador ligado a trama de lavagem, tráfico e monitoramento do PCC
O vereador de Itatiba Carlos Eduardo de Oliveira Franco (MDB), o Duguaca , foi um dos alvos das ordens judiciais de busca e apreensão, no âmbito da Operação Nexus , deflagrada nesta terça-feira (15/9) pelo Ministério Público de São Paulo ( MPSP ) e o 1° Batalhão de Ações Especiais ( Baep ) , para apurar esquema de lavagem de dinheiro e tráfico de drogas na cidade do interior de São Paulo .
Duguaca, como era conhecido, iniciou a carreira política em 2021.
Eleito vereador na Câmara de Itatiba , o parlamentar foi reeleito, em 2024, com mais de 1 mil votos.
Hoje, o vereador compõe a mesa diretora da Casa, como primeiro-secretário.
O hoje parlamentar do MDB também foi presidente da Associação de Moradores e Amigos do Parque San Francisco (AMASF), seu reduto, onde desempenhou papéis como líder comunitário.
Atualmente, a noiva é quem ocupa a presidência da entidade.
Entenda o caso Promotores do MPSP apuraram esquema voltado ao tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, em Itatiba, interior paulista.
Um traficante conhecido como Reginaldo Pereira da Silva, o Tim, é quem liderava o esquema dividido em cinco núcleos.
Ele foi preso, em um condomínio de luxo, em Itatiba, interior paulista.
A esposa do suspeito também foi presa.
O esquema era dividido em cinco núcleos: comando e lavagem de capitais, gerenciamento operacional, monitoramento e vigilância, abastecimento e distribuição, logística e suporte para o tráfico.
Além de Tim, considerado principal alvo, os mandados de busca e apreensão cumpridos foram contra um vereador da Câmara de Itatiba, um policial militar e o empresário Leandro Gabioneta.
As investigações apontam que Tim usou lojas de carros de luxo, que pertencem a Gabioneta, para lavagem de dinheiro.
O empresário do ramo de veículos de luxo, com mais de 1 milhão de seguidores, é, segundo as investigações do MPSP, o “banco particular” de Tim.
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