Fusão do grupo alemão de música BMG com americana Concord é concluída
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O BMG , grupo alemão da indústria da música, e americana Concord completaram esta terça-feira o processo de fusão anunciado em abril , depois de reunir a aprovação de “todas as autoridades da concorrência relevantes” .
“Estamos satisfeitos por as autoridades da concorrência terem aprovado a fusão da BMG e da Concord. Isto abre caminho para uma das maiores transações da história da nossa empresa e assinala um marco na nossa estratégia Boost+. Após a criação da Penguin Random House e a fusão da RTL e da Sky Deutschland, este é mais um passo importante na união de forças com parceiros para criar valor acrescentado significativo , fortalecendo simultaneamente os nossos negócios globais de conteúdo”, explicita Thomas Rabe, presidente e CEO da Bertelsmann, citado em comunicado .
A Bertelsmann passa a deter uma participação de 67% na empresa resultante da fusão e procederá à sua consolidação integral. Os proprietários da Concord deterão os restantes 33% , que serão geridos pela GMP, e irão receber um pagamento único em dinheiro de 1,16 mil milhões de dólares (cerca de mil milhões de euros). No âmbito do processo, a Bertelsmann está a assegurar cerca de 1,1 mil milhões de euros em capital próprio através de um acordo com a gestora de ativos Apollo — que adquire uma participação minoritária numa parte do portfólio de direitos da BMG.
A empresa resultante — que operará sob o nome de BMG — tem previsto para este ano atingir receitas pro forma de 2,2 mil milhões de dólares (cerca de 1,89 mil milhões de euros) e um EBITDA de 730 milhões de dólares (cerca de 629 milhões de euros).
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.