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Azul espera recuperar empréstimo à TAP e garante que litígio não afeta parceria

ECO ·
Azul espera recuperar empréstimo à TAP e garante que litígio não afeta parceria

A companhia aérea brasileira Azul mantém a expectativa de recuperar o empréstimo concedido à TAP em 2016 e assegura que o litígio judicial não afeta a parceria comercial entre as duas transportadoras , disse esta quinta-feira um responsável.

“Eu acho que todo o empréstimo que se faz, espera-se que se vai receber de volta, por isso estamos discutindo isso lá no âmbito judicial, não tenho muito a acrescentar sobre esse processo”, afirmou aos jornalistas o vice-presidente institucional e corporativo da Azul, Fábio Campos, durante uma cerimónia comemorativa dos dez anos de operação da companhia em Portugal, realizada na residência oficial do embaixador do Brasil em Lisboa.

MP considera “não culposa” falência da antiga TAP SGSP Ler Mais A Azul reclama o pagamento de 189 milhões de euros, referentes a um empréstimo convertido pela antiga TAP SGPS, atualmente SIAVILO, que não foi reembolsado.

Em causa está um empréstimo obrigacionista de 90 milhões de euros realizado em 2016, quando David Neeleman era acionista de ambas as empresas.

Nesse seguimento, em março deste ano, a Azul avançou com um processo judicial contra a TAP, reclamando cerca de 189 milhões de euros, no Juízo Central Cível de Lisboa.

Segundo informações avançadas pelo Observador e confirmadas por outros órgãos, a dívida inclui juros acumulados desde o empréstimo original, elevando o valor reclamado para cerca de 188,985 milhões de euros.

Na terça-feira, o ECO noticiou que o Ministério Público pronunciou-se pela classificação da insolvência da antiga TAP SGP S, atualmente denominada Siavilo, como fortuita, rejeitando a tese defendida pela Azul de que teria sido culposa.

Questionado sobre se a decisão do Ministério Público tinha desapontado a companhia, Campos respondeu: “Não, acho que cada um tem seus argumentos ali no processo e a gente está aguardando aí uma decisão”.

Apesar da disputa judicial, o responsável garantiu que as relações comerciais entre as duas transportadoras não foram afetadas.

“De maneira alguma, continuamos sendo parceiros comerciais e uma parceria muito forte, cada vez mais forte, e a nossa parceria segue”, afirmou.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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