sábado, 10 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Aeroporto de Riade atingido por míssil dos Huthis. Há dezenas de feridos› Tennessee. Mulher que sobreviveu a duas injeções letais volta para a prisão› Nobel da Paz diz que sanções dos EUA ao TPI são "inaceitáveis"› Furacão Isaías: 2 mortes e 900.000 pessoas sem energia nos EUA› Christa Pike tem alta hospitalar após sobreviver a duas injeções letais› 16h APRE pondera providência cautelar para impedir devolução das pensões› Houthis atacaram aeroporto de Riade com um míssil› 10 de outubro. Dia Europeu e Mundial contra a Pena de Morte› "Foi uma graçola." Varandas responde ao primeiro-ministro com referência à corrupção› Pedro Proença: "Este é o momento da tranquilidade. Há uma grande vontade de termos o nosso capitão connosco"› Aeroporto de Riade atingido por míssil dos Huthis. Há dezenas de feridos› Tennessee. Mulher que sobreviveu a duas injeções letais volta para a prisão› Nobel da Paz diz que sanções dos EUA ao TPI são "inaceitáveis"› Furacão Isaías: 2 mortes e 900.000 pessoas sem energia nos EUA› Christa Pike tem alta hospitalar após sobreviver a duas injeções letais› 16h APRE pondera providência cautelar para impedir devolução das pensões› Houthis atacaram aeroporto de Riade com um míssil› 10 de outubro. Dia Europeu e Mundial contra a Pena de Morte› "Foi uma graçola." Varandas responde ao primeiro-ministro com referência à corrupção› Pedro Proença: "Este é o momento da tranquilidade. Há uma grande vontade de termos o nosso capitão connosco"
Portugal

Vacinas da gripe em falta no privado? DGS reconhece constrangimentos

Notícias ao Minuto - País ·
Vacinas da gripe em falta no privado? DGS reconhece constrangimentos

"A DGS teve conhecimento de constrangimentos no fornecimento de vacinas de dose normal destinadas ao mercado privado, processo que a DGS não coordena e onde não intervém, nem ao nível da aquisição, nem no que se refere à distribuição" , adiantou a direção-geral à agência Lusa.

Segundo a DGS, trata-se de uma relação entre os operadores privados e a indústria farmacêutica, que pode variar em função das previsões de procura, da oferta disponibilizada pelos fabricantes e de outros fatores de mercado.

Contactada pela Lusa, a Associação Nacional de Farmácias adiantou que a informação preliminar de que dispõe indica que o contingente de vacinas destinado ao mercado privado em Portugal poderá ser inferior ao dos anos anteriores, sem quantificar.

"Esta situação, que afeta vários países europeus, decorre da necessidade de atualização simultânea das três estirpes que integram a composição da vacina contra a gripe para a próxima campanha", avançou a associação.

Para fazer face às dificuldades reportadas pelo setor privado na aquisição de vacinas, a DGS optou por incluir na norma sobre a próxima campanha contra a gripe, que arranca no dia 30 deste mês, a vacinação dos profissionais que prestam diretamente cuidados nos setores social e privado em unidades com internamento, de cirurgia de ambulatório, de obstetrícia e neonatologia e de diálise, assim como estabelecimentos com atendimento permanente.

Salientou que esta alteração permite assegurar a proteção destes profissionais, alegando que isso é "importante para a prestação de cuidados de saúde em segurança", evitando que os constrangimentos de aquisição existentes no setor privado constituam um obstáculo à sua vacinação.

Em relação à campanha de outono e inverno que vai decorrer até 31 de março - que inclui os vários grupos elegíveis para a vacinação gratuita - o Serviço Nacional de Saúde (SNS) adquiriu cerca de 2,3 milhões doses de vacinas contra a gripe de dose normal e outras 369 mil de dose elevada.

Em relação à campanha anterior, este volume representa um aumento de 187 mil vacinas de dose normal e de 12 mil de dose elevada, o que garante "vacinas para a gripe para todos os que se queiram vacinar" nos termos da norma agora publicada, assegurou a DGS.

No âmbito destas aquisições do SNS, um dos lotes do procedimento de aquisição ficou sem proposta, reconheceu ainda a DGS, mas garantiu que essa situação "não teve impacto na estratégia de vacinação" definida para a campanha que arranca no final deste mês.

A Direção-Geral da Saúde, que decidiu na próxima campanha alargar a vacinação a crianças entre os dois e os quatro anos, mantém o objetivo de alcançar uma cobertura vacinal semelhante à registada na campanha anterior.

As dificuldades na aquisição de vacinas para o contingente privado já se verificaram no final de 2025, o que levou mesmo a Associação Nacional de Farmácias a admitir dificuldades na vacinação contra a gripe de pessoas que não integravam os grupos elegíveis.

"Existem constrangimentos na aquisição de vacinas junto dos distribuidores para pessoas que pretendem vacinar-se, mediante receita médica, fora dos grupos com direito à vacinação gratuita", reconheceu a ANF na altura.

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - País ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - País.

Mais de Notícias ao Minuto - País

Ver tudo ›

Mais em Portugal

Ver tudo ›