PGR abre inquérito-crime. Diretor nacional da PJ investigado por abuso de poder e falsas declarações
Sucessor de Luís Neves é suspeito de ter mentido em tribunal e ordenado escuta proibida no caso do hacker Rui Pinto.
Queixa veio do coordenador da própria PJ e a sua mulher foi uma das inspetoras do caso, que está a ser julgada por falsas declarações.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) abriu um inquérito-crime ao diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ), Carlos Cabreiro, por suspeitas de abuso de poder e falsas declarações em tribunal.
A investigação surgiu após uma denúncia apresentada em julho por David Freitas, coordenador da própria PJ, diretamente ao procurador-geral da República, segundo a informação avançada pelo
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