1h. Incêndio de Alijó provoca 5 feridos ligeiros
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Boa noite. Há esta hora cinco incêndios considerados mais significativos pela Proteção Civil, que mobilizam mais de 1700 operacionais, apoiados por mais de 500 meios terrestres. Destaque pra o incêndio em Lijó, onde o fogo já provocou cinco feridos ligeiros. O incêndio começou às 17h e tem, por esta hora, uma frente ativa. De resto, ficaram feridos cinco bombeiros. Informação avançada pelo segundo comandante dos Bombeiros de Cem Fios do Douro, João Rocha, à RTP. No terreno, estão mais de 100 operacionais e 30 meios terrestres a combater as chamas. Seguimos com o incêndio de Arouca, onde o fogo não dá tréguas. Por esta hora, há três frentes ativas. Disso mesmo dá conta o segundo comandante sub-regional do Cávado, Bruno Silva.
A parte leste do incêndio tem duas frentes: uma mais a norte, em Telhe, e outra mais a sul, perto de Candal. E depois temos a localidade de Covelo Pavião, que faz a separação. Mas neste momento, estas localidades estão livres de perigo. Depois uma frente mais a sul, aí de Candal a Tebilhão. Esta frente já diminuiu bastante a intensidade, também temos alguma umidade, mas qualquer das formas, as três frentes têm alguma dimensão considerável ainda. Ainda vamos ter algum trabalho durante a noite.
O segundo comandante sub-regional do Cávado, Bruno Silva, em declarações à RTP Notícias, explica ainda que a maior dificuldade neste momento são os acessos, devido ao tipo de terreno na zona do incêndio. Por esta hora, estão no teatro de operações mais de 600 operacionais e mais de 200 meios terrestres. O incêndio em Boticas está agora com quatro frentes ativas, que ardem com intensidade. É o que indica o comandante dos bombeiros à Agência Lusa. O incêndio que deflagrou ontem no concelho teve durante a tarde de hoje uma reativação. Empenhados no combate às chamas, estão agora mais de 250 operacionais e mais de 80 veículos. Dar ainda conta dos fogos de Santo Tirso e de Torre de Moncorvo, que foram dominados nas últimas horas. Mudamos de tema. André Ventura acusou o governo de estar a abrir caminho para cortar pensões com o novo estudo sobre a Segurança Social. No discurso da reentrada política do partido, o líder André Ventura aponta baterias ao governo, afirma que o novo estudo não engana e que foi divulgado por motivos políticos.
É isso que o governo quer? É essa a grande reforma que tinha para trazer? Era cortar pensões? É que este estudo não engana e não tenham ilusões sobre isto. Isto é divulgado neste momento com um objetivo político: é de impedir a descida da idade da reforma e abrir o caminho para cortar pensões em Portugal.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.