Luís Neves “absolutamente confortável” para responder a todos os inquéritos quando for chamado
O ministro da Administração Interna (MAI), Luís Neves, afirmou esta sexta-feira que se sente “absolutamente confortável” no Governo e assegurou “lá estará” para esclarecer todos os inquéritos, averiguações e audições quando for chamado .
“Eu estou absolutamente tranquilo de enfrentar e de esclarecer todos os inquéritos, averiguações, audições em todo o lado.
Portanto, estou muito à vontade.
É o que tiver que acontecer.
Lá estarei”, disse o ministro, quando questionado sobre a intenção do Chega de apresentar um terceiro requerimento para tentar forçar um inquérito parlamentar sobre a atuação do atual MAI enquanto esteve à frente da Polícia Judiciária.
Chega avança com nova proposta para CPI sobre Luís Neves Ler Mais À margem da cerimónia que assinalou esta sexta-feira o 135º aniversário da Polícia Municipal de Lisboa, e quando sondagens revelaram que Luís Neves é um ministro impopular, o MAI afirmou que “mal seria” se a sua ação governativa se guiasse por sondagens.
“Estou muito feliz no meu trabalho”, afirmou, destacando que nos últimos meses foram resolvidos problemas nas fronteiras e criadas estruturas no âmbito do combate aos incêndios.
O ministro afirmou ainda que se sente “absolutamente confortável” no Governo apesar destas polémicas .
Aguiar-Branco rejeita CPI a Luís Neves pedida pelo Chega Ler Mais “Absolutamente confortável.
No dia em que não me sentir confortável, era eu próprio a dizer ao senhor primeiro-ministro que não me sentia confortável”, sublinhou.
O Chega anunciou na quinta-feira que vai propor novamente a constituição de uma comissão de inquérito aos mandatos de Luís Neves enquanto diretor da Polícia Judiciária , depois de o presidente da Assembleia da República ter rejeitado admitir as últimas duas propostas.
Este será o terceiro requerimento que o Chega apresenta para tentar forçar um inquérito parlamentar sobre a atuação do atual ministro da Administração Interna enquanto esteve à frente da Polícia Judiciária (entre 2018 e 2026).
O líder do Chega pediu ao presidente da Assembleia da República que não seja “um bloqueio institucional” a este inquérito.
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