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Economia

Macron convoca reunião do G7 para debater crise energética

Jornal Económico ·
Macron convoca reunião do G7 para debater crise energética

O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou a sua intenção de convocar uma reunião do G7, que pretende dedicada a questões energéticas.

A reunião, segundo disse, deverá ocorrer nas próximas semanas e terá como objetivo principal “avançar rumo a uma melhor coordenação dos níveis de stock”.

É uma resposta ao caos que resulta da guerra da Rússia e da guerra no Irão – que o presidente francês considera serem causa direta da crise energética que já está a ter forte impacto nas economias globais – e que só tende a piorar.

O presidente francês passou o dia em Paris à frente de reuniões de crise de segurança e geopolítica.

Convocou e recebeu no Palácio do Eliseu os líderes dos partidos políticos franceses e candidatos presidenciais para discutir as ameaças híbridas da Rússia e a crise energética.

Na sequência da reunião – que já faz parte do esforço para as eleições presidenciais que se avizinham – Macron condenou o que chamou de “intenção” da Rússia de “intimidar” e “minar os esforços de apoio aos ucranianos”.

Em sua opinião, “o resultado será o oposto”.

Macron alertou para que “a natureza da agressão e das ameaças russas na Europa está a mudar”.

Um exemplo citado por Macron foi a descoberta de um drone carregado com explosivos no aeroporto de Leipzig neste verão.

“Não nos deixamos intimidar porque sabemos que o que está em jogo na Ucrânia é a nossa segurança hoje e amanhã”, disse, citado pela agência Euronews.

Macron revelou que solicitou “um plano para proteger a nossa infraestrutura crítica” perante os “ataques híbridos russos”.

O presidente francês também enfatizou a “necessidade de continuar a enviar mensagens à Rússia” e de evitar “entrar em estado de beligerância” com aquele país.

O aumento dos preços das energia “não é resultado de decisões do governo”, afirmou, fazendo assim a ‘ponte’ para as presidenciais – onde o ‘macronismo’ está a passar por dificuldades face ao crescimento da adesão às propostas extremistas de Marine Le Pen.

Os bloqueios no Estreito de Ormuz, no Golfo Pérsico, e mais recentemente no Estreito de Bab-el-Mandeb, no Mar Vermelho, “têm consequências no nosso dia a dia”.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

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