domingo, 18 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Entrevista antiga de Vance onde elogia Putin fica viral: "É um ex-KGB"› Zelensky agradece a Washington por retomar comunicações com Kyiv› IL prepara Convenção Nacional em Lisboa em janeiro de 2027› JPP denuncia utentes em lista de espera há mais de cinco anos na Madeira› Lagarde pede a Putin que coloque a paz em primeiro plano para a economia› 15h Provedora de Justiça pede informações urgentes à PSP sobre a carga policial contra os manifestantes do Porto pelo direito à habitação› "O que existe na internet já não chega para treinar a IA". E por isso a Anthropic encomendou "dezenas de toneladas de livros"› Como a onda de protestos na Europa está a ser "instrumentalizada" pela Rússia› Porque gostamos tanto de nos vestir como se tivéssemos uma profissão que não é a nossa?› "Criou-se uma incompatibilidade entre EUA e Ucrânia que pode vir a ser intransponível"› Entrevista antiga de Vance onde elogia Putin fica viral: "É um ex-KGB"› Zelensky agradece a Washington por retomar comunicações com Kyiv› IL prepara Convenção Nacional em Lisboa em janeiro de 2027› JPP denuncia utentes em lista de espera há mais de cinco anos na Madeira› Lagarde pede a Putin que coloque a paz em primeiro plano para a economia› 15h Provedora de Justiça pede informações urgentes à PSP sobre a carga policial contra os manifestantes do Porto pelo direito à habitação› "O que existe na internet já não chega para treinar a IA". E por isso a Anthropic encomendou "dezenas de toneladas de livros"› Como a onda de protestos na Europa está a ser "instrumentalizada" pela Rússia› Porque gostamos tanto de nos vestir como se tivéssemos uma profissão que não é a nossa?› "Criou-se uma incompatibilidade entre EUA e Ucrânia que pode vir a ser intransponível"
Últimas

Trump, moeda e pescas. Islândia vota sobre adesão à UE

Observador ·
Trump, moeda e pescas. Islândia vota sobre adesão à UE

O Presidente dos Estados Unidos discursava no Fórum Económico de Davos, em janeiro deste ano , quando mencionou um país inesperado. “Eu estou a ajudar a NATO e, até há uns dias, quando lhes falei da Islândia , eles adoravam-me”, afirmou. Tratava-se apenas de uma gafe: Donald Trump referia-se a uma outra ilha do Ártico que tinha ocupado os seus discursos dessa semana, a Gronelândia. Contudo, a referência ao pequeno país, com menos de 400 mil habitantes, alarmou Reiquiavique.

“Toda esta questão da Gronelândia preocupa as pessoas, é um grande problema”, declarou a primeira-ministra Kristrún Frostadóttir , questionada sobre o tema meses mais tarde . “Os islandeses estão muito preocupados. E os islandeses também têm uma relação estranha com estes mega-países, estas grandes potências à sua volta, porque a nossa História não é marcada pela guerra”, elaborou. Esta mesma preocupação com a segurança e a defesa fez-se sentir, nos últimos meses, no debate sobre a retoma das negociações para a adesão ao bloco europeu.

É precisamente essa a questão que vai, este sábado, a referendo: a Islândia deve voltar a negociar com Bruxelas para entrar na UE? Uma vitória do “sim” não significa necessariamente a adesão — para isso seria necessário um segundo referendo —, mas o Executivo europeísta de Frostadóttir tem enquadrado o momento como um “agora ou nunca” para a adesão à UE. No entanto, as sondagens não permitem prever uma vitória segura da posição do Governo. A última sondagem revelada antes do ato eleitoral aponta que 50,4% dos inquiridos disseram ir votar “sim”, enquanto 49,6% apontaram o “não” como resposta. Mais de 5% dos inquiridos disseram estar indecisos.

Apesar das palavras de Frostadóttir, o referendo vai muito além da questão do Ártico. “As razões geopolíticas estão a ser muito mais discutidas na imprensa internacional do que no debate público na Islândia”, realça Kristinn Árni Hróbjartsson ao Observador. O referendo, que devia realizar-se apenas em 2027, vai a votos já este sábado por motivos principalmente económicos. “ A economia, as taxas de juro, o controlo sobre recursos naturais e a soberania ocupam um lugar muito mais importante tanto na mente dos eleitores como na dos candidatos”, elabora o cofundador e diretor do think tank islandês Varða, focado na segurança e resiliência.

A integração europeia da Islândia já é profunda: para além de ser parte do Espaço Schengen, a ilha é membro da Área Económica Europeia, no âmbito da qual adota já cerca de três quartos das diretrizes económicas de Bruxelas. Porém, são os 25% restantes das regras que determinam a oposição de quase metade da população islandesa ao passo seguinte da integração.

“A revolução dos tachos e panelas”. Foi assim que ficaram conhecidas as manifestações que semanalmente, entre 2008 e 2009, tomaram conta das ruas da Islândia para protestar contra a gestão do Governo de direita — uma coligação entre o Partido da Independência e o Partido Progressista — que estava no poder aquando da crise financeira.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›