domingo, 18 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› JPP denuncia utentes em lista de espera há mais de cinco anos na Madeira› Lagarde pede a Putin que coloque a paz em primeiro plano para a economia› 15h Provedora de Justiça pede informações urgentes à PSP sobre a carga policial contra os manifestantes do Porto pelo direito à habitação› Passou por este acidente no IC19? Era um simulacro› Português detido nos EUA por votar ilegalmente: o que acontece agora?› Provedora de Justiça pede esclarecimentos sobre carga policial no Porto› Milhares de fiéis "em êxtase" com regresso do Papa ao Vaticano› TVI premiada nos Global Cannabis Awards por contribuir para a sensibilização dos benefícios do cânhamo industrial› Franceses admitem "nunca ter visto nada" como os violentos protestos dos últimos dias: "É o inferno por todo o lado"› "Depois da carga policial a escolha óbvia era montar ainda mais tendas". Manifestantes voltaram a dormir na Praça D. João I› JPP denuncia utentes em lista de espera há mais de cinco anos na Madeira› Lagarde pede a Putin que coloque a paz em primeiro plano para a economia› 15h Provedora de Justiça pede informações urgentes à PSP sobre a carga policial contra os manifestantes do Porto pelo direito à habitação› Passou por este acidente no IC19? Era um simulacro› Português detido nos EUA por votar ilegalmente: o que acontece agora?› Provedora de Justiça pede esclarecimentos sobre carga policial no Porto› Milhares de fiéis "em êxtase" com regresso do Papa ao Vaticano› TVI premiada nos Global Cannabis Awards por contribuir para a sensibilização dos benefícios do cânhamo industrial› Franceses admitem "nunca ter visto nada" como os violentos protestos dos últimos dias: "É o inferno por todo o lado"› "Depois da carga policial a escolha óbvia era montar ainda mais tendas". Manifestantes voltaram a dormir na Praça D. João I
Últimas

Afinal o Porsche Taycan vai mesmo ser descontinuado?

Observador ·
Afinal o Porsche Taycan vai mesmo ser descontinuado?

O comportamento comercial do Porsche Taycan tem sido no mínimo preocupante, para não acusá-lo de um certo fiasco. Em 2023 e com apenas 4 anos no mercado, vendeu 40.629 unidades, somando as três carroçarias (Taycan berlina, Taycan Sport Turismo e Taycan Cross Turismo), para em 2025 cair 40,2% para apenas 16.339 unidades, isto apesar de ter sofrido um restyling e algumas alterações técnicas que o melhoraram em diversos aspectos, a começar pela autonomia.

Mas a sangria das vendas não ficou por aqui, uma vez que no seu maior mercado, a América do Norte, em que os EUA são de longe o mercado mais representativo, o Taycan viu as vendas colapsarem quase 50%, tendo transaccionado 2.083 unidades nos primeiros seis meses de 2025, mas somente 1079 no período homólogo em 2026. Isto originou comentários no mercado do outro lado do Atlântico, antecipando que a Porsche cessasse a venda das versões Sport Turismo e Cross Turismo, as menos representativas.

As versões Sport Turismo (na foto) e Cross Turismo poderão ser as primeiras a desaparecer do Taycan, devido à necessidade de simplificar a produção para reduzir os custos da Porsche

De acordo com a publicação alemã WirtschaftsWoche, a Porsche decidiu “matar” o Taycan progressivamente até 2030, começando desde já a descontinuar as versões e motorizações menos vendidas, para depois avançar para os modelos com menor procura, como o Sport Turismo e Cross Turismo, visando simplificar a produção e, com isso, reduzir custos. O CEO da Porsche avançou que a marca “não planeia encerrar a produção do Taycan a curto prazo”, o que é muito pouco para afastar as nuvens negras que pairam sobre o futuro da berlina eléctrica, uma vez que “a curto prazo” encaixa na perfeição no desligar da ficha em 2030.

Paralelamente, abundam as referências ao desejo de juntar o Taycan ao Panamera, construindo um modelo que possa utilizar motores híbridos e apenas eléctricos, capaz de satisfazer todo o tipo de clientes. Mesmo se esta versatilidade conjunta obrigar a marca a abrir mão da especificidade que as diferentes necessidades dos motores a combustão e dos eléctricos exigem, para se tornarem mais eficientes e vantajosos em separado.

Para tentar obter uma posição definitiva sobre o futuro do Taycan, a Reuters questionou a Porsche sobre a estratégia que vai seguir, sem que conseguisse obter um comentário, o que poderia afastar as dúvidas, reforçando a ideia de que o Taycan está mesmo condenado. E o facto de continuamente a Porsche se queixar que os eléctricos não se vendem, apesar de exemplos de construtores que apenas comercializam carros a bateria com muito sucesso – como aliás se pode confirmar pela evolução da cotação dos respectivos títulos em bolsa -, leva a pôr em causa a estratégia do construtor alemão, que tenta há muito que a União Europeia não acabe com a comercialização de motores a combustão em 2035.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›