sábado, 10 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Almada. Crise da água foi "janela de oportunidade" para a resiliência› Aveiro, Braga, Lisboa e Porto protestam contra aumento do custo de vida› 5h Marta Temido considera um erro as fusões de organismos do SNS› 4h Seleção Sub-19 enfrenta Espanha na final do Mundial de Hóquei› Polígrafo. Portugueses expulsos do Luxemburgo eram "oriundos da Índia e do Nepal"?› Polígrafo. Governo quer reforçar receita com multas e radares?› Polígrafo. Estacionamento do metro do Dragão passou de 90 cêntimos para 20 euros por dia?› Polígrafo. Dinheiro em numerário acima dos 10 mil euros vai passar a ser ilegal?› Polígrafo. Recolha do lixo é feita durante o dia na Costa da Caparica?› Polígrafo. Estão afixados cartazes com médicas islâmicas nos centros de saúde e hospitais portugueses?› Almada. Crise da água foi "janela de oportunidade" para a resiliência› Aveiro, Braga, Lisboa e Porto protestam contra aumento do custo de vida› 5h Marta Temido considera um erro as fusões de organismos do SNS› 4h Seleção Sub-19 enfrenta Espanha na final do Mundial de Hóquei› Polígrafo. Portugueses expulsos do Luxemburgo eram "oriundos da Índia e do Nepal"?› Polígrafo. Governo quer reforçar receita com multas e radares?› Polígrafo. Estacionamento do metro do Dragão passou de 90 cêntimos para 20 euros por dia?› Polígrafo. Dinheiro em numerário acima dos 10 mil euros vai passar a ser ilegal?› Polígrafo. Recolha do lixo é feita durante o dia na Costa da Caparica?› Polígrafo. Estão afixados cartazes com médicas islâmicas nos centros de saúde e hospitais portugueses?
Economia

CFP vê riscos no crescimento de 2027 e considera pouco provável inflação de 2,9% em 2026

Jornal Económico ·
CFP vê riscos no crescimento de 2027 e considera pouco provável inflação de 2,9% em 2026

O parecer do Conselho de Finanças Públicas (CFP), divulgado a 7 de outubro, não põe em causa o cenário macroeconómico apresentado pelo Governo.

Mas a sua leitura dos números deixa uma margem de segurança mais estreita para 2027 do que a taxa de crescimento de 2,1% poderia sugerir.

O Conselho considera que os riscos para o crescimento real têm um enviesamento descendente, ao mesmo tempo que identifica uma potencial subestimação da inflação em 2026 e 2027.

Crescimento de 2,1% coloca a fasquia alta para 2027 A economia portuguesa deverá crescer 2,3% em 2026 e 2,1% em 2027.

Para o CFP, os 2,3% deste ano têm elevada probabilidade de se concretizar.

Mesmo que a economia não cresça na segunda metade de 2026, o efeito de transporte estatístico resultante do desempenho da primeira metade permitiria ainda assim chegar a um crescimento anual próximo de 2,1%.

Para atingir os 2,3% previstos pelo Governo, seria necessário um crescimento de cerca de 1,0% no segundo semestre, equivalente a aproximadamente 0,3% em cada trimestre.

O problema surge sobretudo quando se olha para 2027.

Os 2,1% previstos pelo Governo são a taxa de crescimento mais elevada entre as instituições de referência consideradas pelo CFP.

A média situa-se em cerca de 1,8%, com o Fundo Monetário Internacional a apontar para 1,6% e a Comissão Europeia, o Banco de Portugal e o próprio CFP para 1,8%.

Para atingir os 2,1%, a economia terá de acelerar.

O crescimento intra-anual previsto para 2027 é de 1,6%, depois de 1,7% em 2026 e de 1,3% em 2025.

O cenário implica um crescimento médio de cerca de 0,6% por trimestre ao longo de 2027, aproximadamente o dobro do ritmo implícito para a segunda metade de 2026, de cerca de 0,3% por trimestre, e acima do crescimento trimestral médio de 0,5% registado em 2025.

O CFP considera, por isso, que a previsão de 2,1% para 2027 está no limite superior do intervalo de confiança de 30%.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›