Trabalhadores em ‘lay-off’ caem 5,5% em julho para 3.759
O número de trabalhadores em ‘lay-off’ caiu 5,5% em julho, em termos homólogos, mas subiu 37,7% face a junho, após três meses consecutivos a recuar, totalizando os 3.759, segundo os dados divulgados pela Segurança Social.
Em julho, “o número total de situações de ‘lay-off’ com compensação retributiva, (concessão normal, de acordo com o previsto no Código do Trabalho), foi de 3.759”, segundo a síntese elaborada pela Direção-Geral de Coordenação e Planeamento (DGCP, antigo GEP) do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
Face ao período homólogo, registou-se um recuo de 217 prestações processadas, o equivalente a uma queda de 5,5%.
Já na comparação em cadeia, observou-se um acréscimo de 1.030 prestações processadas, o que se traduz numa subida de 37,7% face ao registado em junho, quando tinha caído 42,7% face a maio.
Segundo o DGCP, o regime de redução de horário de trabalho abrangeu 1.672 pessoas, menos 35,8% face a julho de 2025 (menos 933 prestações), mas um acréscimo de 7,8% (mais 121 prestações) face ao mês anterior.
Já o regime de suspensão temporária registou uma subida homóloga de 52,2% (mais 716 processamentos) e aumentou 77,2% face a junho (mais 909 processamentos), totalizando os 2.087.
Em julho, as prestações de ‘lay-off’ foram processadas a 219 entidades empregadoras, o que corresponde a uma queda de 25 face ao período homólogo e a um decréscimo de nove entidades face a maio.
O ‘lay-off’ consiste na redução temporária dos períodos normais de trabalho ou suspensão dos contratos de trabalho efetuada por iniciativa das empresas, durante um determinado tempo, devido a motivos de mercado, motivos estruturais ou tecnológicos ou catástrofes ou outras ocorrências que tenham afetado gravemente a atividade normal da empresa.
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