Serge Rangoni: “O futuro está na diversidade”
Hospitalidade, Diversidade, Liberdade, Participação e Conhecimento .
É um ‘statement’.
Pensado, desejado.
Quer-se um gesto de acolhimento e de diálogo, de abertura ao Outro.
É assim que se anuncia a nova temporada 2026-2027 do Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa.
Com a vontade de fazer acontecer.
De provocar ressonâncias.
Ou seja, impressões que perduram.
O fim de semana de abertura, de 11 a 13 de setembro, traduz a intenção do novo diretor artístico do CCB, o belga Serge Rangoni, de pôr em diálogo instalações participativas, dança, música, teatro e performance para criar um espaço de encontro e descoberta.
Aliás, a proposta programática que esteve na base da sua candidatura ao cargo, foi enaltecida pela sua “consistência e ambição”, assente na promoção do “cruzamento entre disciplinas”.
Palavras do conselho de administração, que escolheu, por unanimidade, o ex-diretor do Teatro de Liège, na Bélgica, como diretor artístico da instituição.
Iniciou funções a 2 de fevereiro de 2026, para um mandato de quatro anos.
E quem é Serge Rangoni? Formou-se ator no Conservatório de Bruxelas, onde se licenciou em 1982.
A sua carreira nos palcos, junto do ator e encenador Thierry Salmon, foi breve, mas marcou-o profundamente.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.