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Chega desafia Governo para auditoria à Segurança Social

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Chega desafia Governo para auditoria à Segurança Social

E m conferência de imprensa na sede nacional do partido, em Lisboa, André Ventura adiantou o Chega vai apresentar na Assembleia da República um projeto de resolução no qual recomenda ao Governo PSD/CDS-PP que avance com uma auditoria à Segurança Social que identifique "quantas pessoas há a receber pensões milionárias e imorais, quantas acumulam estas pensões milionárias com salários igualmente milionários, quantos foram os que destes foram nomeados pelo Estado para cargos, precisamente tendo em conta a sua idade, para que combinassem salário com a sua pensão".

O Chega quer conhecer também quantos suplementos foram atribuídos "de forma indevida no Estado como complementos salariais ao longo dos últimos anos".

"É garantir o mínimo de moralidade antes de uma discussão sobre Segurança Social. É isso que queremos fazer, é essa a proposta que temos para o Governo se quiser discutir isto verdadeiramente do ponto de vista da sustentabilidade da Segurança Social", indicou o presidente do Chega, pedindo que "a discussão central da Segurança Social, que terá obrigatoriamente lugar neste Orçamento do Estado, seja feita nos termos certos e não nos termos sempre errados que tem sido feita".

Para ilustrar o seu argumento, André Ventura referiu a notícia do jornal Correio da Manhã que indica que o antigo ministro da Saúde Correia de Campos acumula uma pensão de mais de cinco mil euros com um salário de três mil, considerando que se trata de uma "absoluta anormalidade no sistema de Segurança Social português".

Nesta conferência de imprensa, o líder do Chega adiantou ainda que pediu para ser constituído como assistente no processo relativo à alegada invasão do seu gabinete na Assembleia da República, mas ainda não teve resposta. Entretanto, a Polícia Judiciária também já pediu para ouvir André Ventura e os deputados do Chega Francisco Gomes e Paulo Seco, o que implica o levantamento da sua imunidade parlamentar.

Sobre o incêndio na sede em Évora – em que o partido também pediu para ser assistente - Ventura citou um relatório dos bombeiros para voltar a alegar que "há grande probabilidade de fogo posto" porque "à hora a que se deu o segundo incêndio toda a eletricidade e toda a energia estava cortada no edifício" e "a zona de pressão térmica residual mais forte, geralmente o início ou foco do incêndio, estavam junto das janelas da sede".

O presidente do Chega voltou a dizer que participou à Procuradoria-Geral da República e espera "uma investigação criminal que possa determinar as origens e também a causa, e no caso os autores do fogo colocado na sede do partido".

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Política.

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