Joint venture entre Critical Software e Airbus vai abrir novo hub em Lisboa
A Critical FlyTech, a joint venture entre a Airbus e a portuguesa Critical Software para o desenvolvimento de aplicações aeroespaciais , vai inaugurar um novo escritório em Lisboa em outubro de 2026, ano que marcou o arranque das operações.
A empresa já tem 160 trabalhadores e está a recrutar.
“Num primeiro ano de atividade, conseguimos expandir a nossa atividade para as três áreas de negócio da Airbus e desenvolver uma equipa altamente qualificada, capaz de responder aos desafios tecnológicos mais exigentes destes setores.
Estamos a criar oportunidades para profissionais experientes e jovens engenheiros desenvolverem competências em sistemas críticos e contribuírem para projetos com impacto global”, assinala Ricardo Armas, CEO da Critical FlyTech, citado em comunicado Critical Software compra IQ Inc. com 40 engenheiros nos EUA Ler Mais Neste primeiro ano, a empresa especializada no desenvolvimento de software e sistemas críticos para o setor aeroespacial expandiu a atividade para as três principais áreas de negócio da Airbus — Aviação Comercial, Espaço e Helicópteros.
Na aviação comercial, iniciou 2026 com 10 projetos e prevê chegar aos 20 até ao final do ano .
Mais de 60 profissionais entraram na Critical FlyTech desde o início do ano, incluindo cerca de 20 recém-licenciados ou recém-mestres.
A empresa mantém o recrutamento de engenheiros de software , nomeadamente especializados em sistemas embebidos, e engenheiros de sistemas.
Critical Flytech arranca em janeiro e está a recrutar Ler Mais A equipa reúne atualmente cinco nacionalidades e cerca de 10% dos trabalhadores são provenientes do estrangeiro , incluindo portugueses que regressaram ao país para trabalhar na empresa.
A parceria com a tecnológica nacional reforça o investimento da Airbus em Portugal , mercado onde, em Santo Tirso, tem uma unidade de produção de secções de fuselagem para as famílias de aviões A320 e A350, e em Lisboa e Coimbra, um hub , o Global Business Services.
Ao todo, o consórcio tem mais de mil trabalhadores no país.
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