segunda-feira, 24 de agosto de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Bitcoin sobe quase 3% e aproxima-se dos 80.000 dólares Brent recua quase 2% e afasta-se dos 93 dólares antes do anúncio de sanções pelos EUA "Igualdade e pessoas felizes: É isto que é a política e a governação" Lula diz a Erdogan que quer ampliar cooperação Brasil-Turquia no setor da defesa Moradores promovem abaixo-assinado para resolver insegurança na Marginal Washington quer isolar Teerão economicamente e ameaça países que não colaborem Kyiv e Londres assinam acordo sobre utilização de IA na defesa Menina de 12 anos resgatada de montanha em Alicante. Estava desorientada Colisão entre dois pesados corta trânsito no IC2 na Benedita Seis desalojadas após incêndio em habitação no concelho de Redondo Bitcoin sobe quase 3% e aproxima-se dos 80.000 dólares Brent recua quase 2% e afasta-se dos 93 dólares antes do anúncio de sanções pelos EUA "Igualdade e pessoas felizes: É isto que é a política e a governação" Lula diz a Erdogan que quer ampliar cooperação Brasil-Turquia no setor da defesa Moradores promovem abaixo-assinado para resolver insegurança na Marginal Washington quer isolar Teerão economicamente e ameaça países que não colaborem Kyiv e Londres assinam acordo sobre utilização de IA na defesa Menina de 12 anos resgatada de montanha em Alicante. Estava desorientada Colisão entre dois pesados corta trânsito no IC2 na Benedita Seis desalojadas após incêndio em habitação no concelho de Redondo
Economia

Kallas vai propor 22.º pacote de sanções da UE contra a Rússia

Jornal Económico ·
Kallas vai propor 22.º pacote de sanções da UE contra a Rússia

A chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Kaja Kallas, anunciou que irá propor aos Estados-membros “sanções mais severas” contra a Rússia, neste outono.

A confirmarem-se, constituirão o 22.º pacote de medidas contra Moscovo.

“Irei propor sanções mais severas contra a Rússia neste outono e iremos estreitar ainda mais o cerco em torno da frota fantasma da Rússia, para privar Moscovo dos fundos com que financia a guerra.

Quanto mais forte tornarmos a Ucrânia, mais rapidamente obrigaremos a Rússia a sentar-se à mesa das negociações”, afirmou Kaja Kallas numa mensagem publicada esta segunda-feira, 25 de agosto, nas redes sociais, referindo-se aos navios utilizados por Moscovo para comercializar petróleo escapando às sanções.

Kallas fez esta afirmação após participar remotamente na reunião da Coligação dos Voluntários sobre a Ucrânia, o grupo de cerca de 30 países, incluindo Portugal, que apoiam a Ucrânia na sua defesa a longo prazo face à agressão da Rússia, que teve lugar hoje em Kiev por ocasião do 35.º aniversário da independência do país da União Soviética.

Recordando a data, a política estónia prestou homenagem à “extraordinária coragem do povo ucraniano” que, durante mais de um terço do tempo em que tem sido parte de uma nação soberana, “teve de lutar para impedir que a Rússia lhe arrebatasse a liberdade”.

“Hoje juntei-me à Coligação de Voluntários para debater o reforço da defesa aérea da Ucrânia, o apoio para o inverno e uma maior pressão sobre Moscovo”, prosseguiu Kallas na sua mensagem, congratulando-se com o facto de a UE ter, até ao momento, desembolsado 8,470 mil milhões de euros a Kiev em apoio à sua defesa, do total de 90 mil milhões de euros do empréstimo europeu.

Desde 2022, a UE e os seus Estados-membros já disponibilizaram 220,2 mil milhões de euros em apoio à Ucrânia, incluindo 3,8 mil milhões provenientes dos rendimentos de ativos russos imobilizados, referem ainda os dados divulgados hoje pela Comissão Europeia.

Neste sentido, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, que esteve presente pessoalmente no encontro, defendeu que a coordenação da coligação de aliados da Ucrânia “é essencial para proporcionar à Ucrânia o apoio integral de que necessita para se preparar para o próximo inverno”.

“A UE está a acelerar a concessão do empréstimo à Ucrânia para apoiar a defesa aérea e as infraestruturas energéticas”, afirmou, salientando ainda que “a pressão sobre a economia russa e a sua frota fantasma irá continuar e intensificar-se”.

Costa sublinhou que “a escalada não é a solução”, defendendo uma solução diplomática, embora, para tal, tenha sublinhado que a Rússia deve participar seriamente nas negociações de paz.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Este assunto em outros veículos

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›