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Seabra: «Ganas de dar salto de crescimento para sermos mais competitivos»

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Seabra: «Ganas de dar salto de crescimento para sermos mais competitivos»

Vasco Seabra, treinador do Arouca, analisa, em conferência de imprensa, a derrota por 2-0, no Dragão, frente ao FC Porto, para a terceira jornada da Liga:

«Foi um jogo difícil, mérito também do Porto, que foi muito pressionante e isso demonstra o respeito que teve pela nossa equipa. Fez uma pressão idêntica à habitual, mas foi mais acima ainda no homem a homem e criou-nos dificuldades para conseguirmos ter tempo e espaço para criar fragilidades no Porto. Tentámos criar algumas dificuldades nas costas do Pepê para progredir com bola e criar dificuldades ao Zaidu, mas a resposta do Porto foi muito forte e, sem bola, não conseguimos ser tão audazes quanto queríamos por mérito do Porto, que nos criou dúvidas grandes pelo posicionamento dos médios interiores. Tivemos dificuldades em ativar a pressão e isso impediu-nos de ficar com bola. Estou muito feliz pela atitude e a convicção com que a equipa veio jogar, mas triste pelo resultado e com ganas que possamos dar este salto de crescimento para sermos mais competitivos no próximo.»

«Tentámos alterar com o Dylan e o Pablo para aumentar a frescura física na capacidade de pressionar e impedir que a primeira fase do Porto nos empurrasse para trás. O Barbero e o Lee fizeram um trabalho excelente, mas apostámos no Pablo por conseguir receções boas entre linhas em espaços curtos e assim poder abrir-nos o campo para chegarmos mais à frente. O Lee é um jogador mais de transporte e não estava a conseguir fazê-lo tanto.»

«Tenho a convicção que não vamos andar em função de termos uma vitória ou uma derrota, temos de jogar para ganhar, para competir. Os jogos na Liga são muito difíceis. Jogámos contra o campeão, em sua casa, sem um acumulado de jogos grande, o que torna a equipa do Porto fresca, com muito mais ritmo. Senti que nos respeitou como nos quis pressionar e impedir de chegarmos à nossa ideia. Pela rotação de pressão do Porto, demorámos um pouco a ajustar e a perceber os espaços que estávamos à procura. Isso fez-nos ficar menos acutilantes ofensivamente. Na segunda parte tentámos aumentar o nível de pressão, tentar chegar mais à frente, sair das amarras do adversário, mas o Porto também é uma equipa capaz. Tem de ser um sinal de que no próximo jogo temos de ser mais capazes para podermos competir no campeonato.»

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em maisfutebol.iol.pt — o conteúdo pertence a Maisfutebol.

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