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Economia

Kelux.ai lança estúdio de IA para automatizar processos empresariais e aposta em agentes inteligentes

Jornal Económico ·
Kelux.ai lança estúdio de IA para automatizar processos empresariais e aposta em agentes inteligentes

A Kelux.ai, novo estúdio de inteligência artificial do Grupo Átila, anunciou o desenvolvimento de soluções assentes em agentes inteligentes para automatizar processos empresariais, com o objetivo de integrar áreas como marketing, vendas, atendimento e operações e reduzir tarefas repetitivas nas organizações.

Lançada há cerca de três meses, a empresa aposta na criação de agentes de inteligência artificial capazes de interagir com clientes, executar tarefas e ligar diferentes sistemas empresariais, como CRM, faturação e plataformas operacionais, permitindo a circulação automática de informação entre departamentos.

Segundo a empresa, os agentes podem atuar em canais como correio eletrónico, WhatsApp, telefone, redes sociais e sítios na internet, apoiando atividades como atendimento ao cliente, qualificação de contactos comerciais, preparação de orçamentos, acompanhamento de vendas e processamento documental.

“A evolução da inteligência artificial está a alterar os prazos e os custos associados ao desenvolvimento tecnológico.

Hoje, é possível criar soluções ajustadas às necessidades concretas de cada empresa e colocá-las em funcionamento num período significativamente mais curto”, afirmou o cofundador da Kelux.ai, Ricardo Paiágua, citado em comunicado.

De acordo com o responsável, o objetivo da empresa é “pôr a IA a trabalhar dentro das empresas, com impacto real na forma como operam”.

A Kelux.ai refere que o seu modelo assenta em três áreas principais: a utilização de agentes de IA em substituição de algumas tarefas tradicionalmente associadas à gestão de campanhas digitais, a disponibilização de desenvolvimento de websites integrado nos projetos e a criação de soluções de software personalizadas como alternativa a algumas plataformas baseadas em subscrições.

A empresa destaca ainda a aposta em estratégias de Generative Engine Optimization (GEO), destinadas a melhorar a visibilidade das marcas em motores de resposta baseados em inteligência artificial, como o ChatGPT ou o Gemini.

“Na prática, os agentes podem responder a pedidos de informação, qualificar contactos comerciais, preparar orçamentos, acompanhar clientes, tratar documentos e apoiar processos de faturação”, explicou Ricardo Paiágua.

Além do desenvolvimento de agentes inteligentes, a empresa cria aplicações, sistemas de gestão e outras soluções tecnológicas personalizadas, procurando reduzir os prazos de implementação de projetos digitais.

Segundo a Kelux.ai, já foram desenvolvidos projetos para empresas dos setores dos seguros, retalho, imobiliário, indústria, saúde e restauração, com soluções disponibilizadas em português, espanhol, francês e inglês.

“A inteligência artificial só faz sentido quando resolve problemas concretos.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

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