Chelas. BE exige esclarecimentos a Moedas sobre obra parada
A vereação do Bloco de Esquerda (BE) na Câmara de Lisboa exigiu esta segunda-feira um esclarecimento sobre a interrupção da obra de um dos túneis do Plano Geral de Drenagem após serem encontrados vestígios arqueológicos em Chelas, o que terá aumentado os custos da empreitada.
“Considera o executivo municipal que o planeamento inicial desta empreitada acautelou adequadamente os riscos associados à elevada sensibilidade arqueológica da zona intervencionada? Em caso negativo, que falhas foram identificadas e que medidas corretivas foram adotadas?” , questionou a vereadora do BE Carolina Serrão, num requerimento dirigido ao presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Carlos Moedas (PSD).
As questões do BE surgem na sequência de declarações recentes de Carlos Moedas, no canal televisivo Now, onde revelou que as obras num dos túneis do Plano Geral de Drenagem de Lisboa (PGDL) estão paradas desde maio por causa da descoberta de vestígios arqueológicos.
“Agora tem de ser escavado até 20 metros à mão. Cada dia que a obra está parada são 15 mil euros que os lisboetas pagam.
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