As propostas dos presidenciáveis para a Previdência impactam quem está em Portugal? Confirme aqui!
Questões ligadas à uma reforma do INSS, reajuste de salário mínino e outroes temas previdenciários no Brasil estão no cerne das discussões durante a campanha eleitoral.
Cada candidato tem um posicionamento, muitos detalhando - ou não - nos seus programas de governo.
Olhando para os candidatos melhor posicionados nas últimas pesquisas, Lula quer manter a regra de reajustes do salário mínimo.
Já para as aposentadorias, pretende diversificar as fontes de custeio.
Já Flávio Bolsonaro menciona uma "ampla revisão normativa infralegal" que inclui questões previdenciárias.
Para os brasileiros que contribuíram para o INSS antes da mudança para Portugal, alterações na política de reajuste dos benefícios, uma eventual mudança na vinculação ao salário mínimo ou novos critérios de aposentadoria podem produzir efeitos concretos, caso sejam aprovados e conforme as regras de transição e a legislação aplicável.
Por isso, o DN Brasil, em parceria com a organização Aletheiafact.org, resolveu checar algumas afirmações que circulam entre os dois países ligadas a esta temática.
Contexto Em 1º de janeiro de 2026, o Governo de Portugal publicou um balanço das medidas que entraram em vigor no ano.
Entre elas, três anúncios de proteção social: o salário mínimo nacional subiu 50 euros, passando a 920 euros, em cumprimento do Acordo Tripartido sobre Valorização Salarial e Crescimento Económico 2025-2028; as pensões mais baixas aumentaram 2,8%, acima da taxa de inflação prevista pelo Governo; e o Complemento Solidário para Idosos subiu 40 euros, chegando a 670 euros.
A informação de origem é oficial e correta.
O objeto desta checagem não é o comunicado do Governo, e sim as afirmações que passaram a circular a partir dele em canais informais — grupos de comunidade, perfis de orientação e conteúdos em vídeo dirigidos a brasileiros residentes em Portugal.
A partir desse material, formulamos as perguntas centrais que motivaram esta checagem : “Quem se aposenta em Portugal recebe pelo menos o salário mínimo português?” “O aumento do salário mínimo em Portugal para 920 euros aumenta as aposentadorias na mesma proporção?” “Quem contribuiu no Brasil e em Portugal tem garantido o piso do salário mínimo?” A recorrência dessas formulações tem uma razão identificável: o leitor brasileiro interpreta os anúncios portugueses com a lógica previdenciária do Brasil, onde o benefício é vinculado ao salário mínimo.
Em Portugal, não é.
Falso.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.