domingo, 11 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Últimas

As notícias das 6h

Observador ·
As notícias das 6h

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Seis horas. As notícias com Teresa Freire. Bom dia. Morreu Jorge Palma, um dos maiores nomes da música portuguesa. O cantor e compositor português tinha 76 anos. Morreu esta segunda-feira à noite, vítima de uma paragem cardiorrespiratória. A informação foi avançada pela família, através das redes sociais. Falam numa perda profunda e recordam uma carreira com mais de 50 anos, que deixa uma obra assinalável que faz parte da história de Portugal. Jorge Palma marcou várias gerações com canções como "Frágil", "Deixa-me Rir", "Bairro do Amor" e "Estrela do Mar". O cantor nasceu em 1950, em Lisboa, começou a estudar música aos seis anos e aos 14 deixou a música clássica para se dedicar ao pop rock. Editou o primeiro álbum, "Como uma Viagem na Palma da Mão", em 1975 e ao longo da carreira lançou 14 álbuns de originais, entre os mais conhecidos, o "Bairro do Amor", "Norte" e "Voo Noturno". O último trabalho foi editado há três anos, foi intitulado "Devida". Recebeu o Prêmio José Afonso em 2002 e o Prêmio Pedro Osório em 2012. Em 2020 foi distinguido com a Medalha de Mérito Cultural da Câmara Municipal de Lisboa e foi condecorado pelo então presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, como Comendador da Ordem de Infante D. Henrique. Em abril deste ano recebeu o Prêmio Carreira dos Play, prêmios da música portuguesa. Num discurso que crava o peito, o cantor recordou o 25 de abril e pediu a valorização da cultura em Portugal.

O atual primeiro-ministro, há uns tempos, disse que a cultura em Portugal é sistematicamente menosprezada, subvalorizada. Estou à espera que se faça, de facto, uma reforma eficaz, para que tudo isto, que as nossas forças não se gastem em vão. Malta, não podemos deixar que o 25 de abril se torne uma memória distante, uma imagem a desvanecer-se lá longe. Temos que reinventar o espírito de Abril de sempre. Liberdade, democracia, justiça. Malta, mãos à obra, vamos fazer deste país uma coisa que merece ser melhor.

Um trecho do discurso de Jorge Palma quando recebeu o Prêmio Carreira dos Play, prêmios da música portuguesa. O primeiro-ministro diz que Jorge Palma ajudou a transformar a cultura portuguesa com a voz única e músicas intemporais. Ainda ontem à noite, Luís Montenegro reagiu na rede social X. O primeiro-ministro escreve que Jorge Palma parte, mas a música fica. Fica nas palavras, nas melodias e na memória de várias gerações. A título pessoal e em nome do governo, o primeiro-ministro dirige à família e aos amigos de Jorge Palma as mais sentidas condolências. José Luís Carneiro recorda o homem livre, de criatividade singular e de autenticidade rara, que fez da música uma forma de celebrar a liberdade. Numa publicação no Instagram, o secretário-geral do PS diz que Jorge Palma deixa uma obra extraordinária, cheia de palavras, melodias e canções que atravessam gerações e que ficarão para sempre na memória coletiva dos portugueses. José Luís Carneiro deixa as condolências à família, amigos e a todos aqueles que com Jorge Palma fizeram caminho.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›