De 180 a 600 trabalhadores. Como o Zoomarine ‘finta’ escassez de mãos e reforça equipa no verão
Chega setembro, aparecem os primeiros sinais de que os dias mais frios estão mesmo ao virar da esquina e a maioria das pessoas começa até a pensar nas festividades que marcam os últimos meses do ano.
Mas para a diretora de recursos humanos do Zoomarine este é o momento para preparar o verão do ano seguinte.
É altura de Isabel Delgado averiguar, afinal, quantos dos trabalhadores sazonais quererão regressar no próximo ano , exercício fundamental para ‘fintar’ a escassez de mãos e a elevada competição pelo talento.
A imagem construída ao longo dos anos de que este é um bom sítio para se trabalhar é outro dos trunfos, identifica a responsável.
“ Os nossos principais embaixadores são as pessoas que cá trabalham e também aquelas que já cá trabalharam “, frisa.
À esquerda, Isabel Delgado é diretora de desenvolvimento e recursos humanos da Mundo Aquático – Zoomarine Em conversa com o ECO, Isabel Delgado conta que o Zoomarine passa, todos os anos, de cerca de 180 para quase 600 trabalhadores durante os meses de funcionamento do parque (de março a novembro).
“Estamos localizados no Algarve, que é uma região fortemente sazonal.
Por isso, precisamos de dimensionar as equipas de uma forma diferente entre o inverno e o verão “, sublinha a diretora de desenvolvimento e recursos humanos.
Esse grande aumento da equipa começa então a ser preparado em setembro, com a identificação das pessoas que vão querer voltar no ano seguinte.
“ Temos 60% a 65% de taxas de regresso anual.
Nunca partimos de uma base zero “, realça Isabel Delgado.
As contratações começam a ser feitas em fevereiro.
Primeiro, são admitidas 150 pessoas, sem as quais não seria possível abrir o parque , indica a responsável.
“Quase todas vêm de anos anteriores”, nota Isabel Delgado.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.