Morreu há 2 meses; corpo não saiu de casa para filho e nora receberem reforma do falecido
Cadáver escondido num anexo.
Senhorio reparou que algo estava errado quando a renda foi paga em numerário.
O caso invulgar aconteceu em Odivelas, na freguesia Pontinha e Famões: um homem morreu e, dois meses depois, o seu cadáver ainda estava em casa.
O Correio da Manhã relata que a iniciativa partiu do filho que, juntamente com a sua esposa (nora do falecido), foi viver para a casa do homem de 80 anos.
O filho perguntou ao senhorio se poderia viver na casa do pai.
A sua esposa estava na recta final da gravidez e também se mudou.
“Acreditei que eles
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