Meta testa “concierge humano” para a nova assistente de IA Muse
A Meta tem estado a testar uma funcionalidade de “concierge humano” para a sua nova assistente pessoal de inteligência artificial, a Muse .
O sistema envolve o recurso a prestadores de serviços humanos para realizarem algumas das chamadas telefónicas efetuadas através do agente digital, de acordo com publicações internas da empresa a que a Reuters teve acesso.
A funcionalidade foi ativada na semana passada para metade dos funcionários da dona do Facebook e do Instagram, pouco tempo após o lançamento público do recurso de chamadas telefónicas da app.
No entanto, o teste gerou preocupações de privacidade entre alguns trabalhadores, que alertam para o risco de partilha inadvertida de informações sensíveis com operadores em call centers.
Meta lança agente pessoal Muse.
Ações disparam 7% Ler Mais Em resposta às preocupações, o porta-voz da Meta, Daniel Roberts, afirmou que a reação dos funcionários tem sido “esmagadoramente positiva” e que o teste visa recolher feedback para implementar proteções de segurança e privacidade antes do lançamento público.
A empresa garantiu que a funcionalidade só chegará ao público em geral quando estiver pronta e com as devidas divulgações de transparência.
A assistente Muse é a peça central do plano do CEO Mark Zuckerberg para fornecer “superinteligência pessoal” aos milhares de milhões de utilizadores diários dos serviços da gigante tecnológica.
Concebida para executar tarefas de forma autónoma, como enviar e-mails, fazer compras ou reservar viagens, a Muse permite aos utilizadores solicitar chamadas para empresas norte-americanas para agendar cortes de cabelo, verificar stocks ou pedir orçamentos .
Após cada chamada, a app disponibiliza um resumo e a transcrição detalhada do diálogo efetuado.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.