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A qualidade clínica e a capacidade de gerir.Os novos desafios do negócio da Saúde

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A qualidade clínica e a capacidade de gerir.Os novos desafios do negócio da Saúde

A saúde está a atravessar uma profunda transformação.

Num setor em forte crescimento, a excelência clínica continua a ser essencial, mas já não é suficiente para garantir sustentabilidade e diferenciação.

Em entrevista ao Jornal Económico a CEO da Academia Negócios de Saúde, Ana Gonçalves, diz que profissionalizar a gestão, apostar na liderança, medir o desempenho e adaptar os modelos de negócio são hoje fatores decisivos para criar organizações mais eficientes, autónomas e preparadas para crescer.

De que forma a Academia Negócios de Saúde apoia empreendedores e organizações que pretendam desenvolver ou transformar o seu modelo de negócio? O principal desafio das organizações de saúde já não passa apenas pela excelência clínica.

Hoje, o verdadeiro fator diferenciador está na capacidade de gerir o negócio de forma estratégica, sustentável e orientada para resultados.

É precisamente nesta transformação que trabalhamos.

Acompanhamos empresários e equipas na profissionalização da gestão, ajudando-os a tomar decisões mais informadas, estruturar processos, desenvolver lideranças e criar modelos de negócio menos dependentes do proprietário.

Ao longo dos últimos anos temos assistido a uma evolução significativa do setor.

Os gestores estão cada vez mais conscientes de que o crescimento só é sustentável quando assenta numa gestão rigorosa, numa boa experiência do cliente e numa cultura organizacional forte.

O nosso papel é acelerar essa transformação, traduzindo conhecimento em decisões concretas que gerem impacto no desempenho das organizações.

Qual o perfil do empresário na Saúde? O empresário da saúde continua, em muitos casos, a ser um excelente profissional clínico que acabou por assumir responsabilidades de gestão sem ter sido preparado para isso.

É alguém altamente qualificado do ponto de vista técnico, mas que raramente recebeu formação em liderança, gestão financeira, marketing ou desenvolvimento de equipas.

No entanto, esse perfil está a mudar.

Está a surgir uma nova geração de empresários mais orientada para indicadores de desempenho, rentabilidade, posicionamento de marca e eficiência operacional.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

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