UE importa mais 7,9% da China mas exporta menos 5,6% para EUA no 2.º trimestre
A União Europeia (UE) aumentou em 7,9% as importações de bens provenientes da China no segundo trimestre de 2026, em comparação com o mesmo período do ano passado, enquanto as exportações para os Estados Unidos diminuíram 5,6%.
Dados esta quarta-feira divulgados pelo Eurostat revelam que, no segundo trimestre deste ano, a China continuou a ser como o principal fornecedor da UE, com 153,6 mil milhões de euros em bens vendidos ao mercado comunitário entre abril e junho, o equivalente a 21,9% do total das importações europeias e a um acréscimo de 7,9%.
Os Estados Unidos foram o segundo maior fornecedor da UE, com 98,7 mil milhões de euros (14,1%), seguidos pelo Reino Unido, com 43,4 mil milhões (6,2%), pela Suíça, com 36,9 mil milhões (5,3%), e pela Turquia, com 25,5 mil milhões (3,6%).
Ao todo, a UE importou 701,8 mil milhões de euros em bens de países não pertencentes ao bloco no segundo trimestre, mais 11,7% do que no mesmo período de 2025.
Relativamente ao trimestre anterior, as importações aumentaram 9,9%.
No que toca às exportações, os Estados Unidos continuaram a ser o principal destino dos bens europeus, apesar da quebra homóloga de 5,6%, com compras no valor de 127,7 mil milhões de euros, equivalentes a 18,8% do total das exportações da UE.
O Reino Unido foi o segundo principal destino, com 92,7 mil milhões de euros (13,6%), seguido pela Suíça, com 60,5 mil milhões (8,9%), pela China, com 50,3 mil milhões (7,4%), e pela Turquia, com 27,3 mil milhões (4,0%), de acordo com o Eurostat.
As exportações para a Suíça registaram o maior crescimento, aumentando 16,1% face ao segundo trimestre de 2025.
Já as vendas para o Reino Unido cresceram 5,6% e para a China 2,8%.
Em sentido contrário, além da quebra das exportações para os Estados Unidos, as vendas comunitárias para a Turquia diminuíram 4,9%.
No total, a UE exportou 680 mil milhões de euros em bens no segundo trimestre de 2026, mais 4,5% do que no mesmo trimestre de 2025 e mais 5,4% do que no primeiro trimestre deste ano.
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