Não perdem pela de Mora
Nas escolinhas de formação, o prazer do drible e a total liberdade de inventar dão cada vez mais cedo lugar a modelos táticos pré-formatados e a obsessivas dinâmicas de transição.
É a era do atleta-modelo, do jogador de laboratório.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.abola.pt — o conteúdo pertence a A Bola.