Marcha em Lisboa por um vida independente em saúde mental
Cerca de uma centena de utentes, familiares e representantes de associações iniciaram esta sexta-feira ao meio-dia uma marcha cívica em direção à Assembleia da República “por uma vida independente em saúde mental”.
Na véspera do Dia Mundial da Saúde Mental, os manifestantes concentraram-se no Jardim da Estrela, em Lisboa, vestidos com camisolas verdes com a inscrição “pela vida independente e respostas comunitárias que garantam inclusão e dignidade”, além de “+ emprego, + habitação e + participação”.
Num palco em frente ao coreto do Jardim da Estrela, decorado com balões verdes em sinal de esperança, utentes e dirigentes alertaram para os problemas das pessoas que vivem com doença mental.
Defenderam mais acesso ao mercado regular de trabalho, com apoio à integração e manutenção, e pediram os apoios necessários para habitação na comunidade e para poderem ser uma voz ativa nas decisões que lhes dizem respeito.
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Antes de partirem em direção à AR, os participantes concentraram-se em cima do palco para tirarem uma fotografia para enviarem ao secretário-geral da ONU, António Guterres, uma vez que o lema das Nações Unidas para assinalar este ano o dia da Saúde Mental é “Ouvir as experiências vividas: Vozes Reais, Mudança Real”.
Intitulada “Outdoor pela Saúde Mental”, a marcha foi promovida pela Federação Nacional de Entidades de Reabilitação de Doentes Mentais (FNERDM) e, segundo a organização, reúne pessoas com experiência em doença mental, familiares e profissionais.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.