Arrendar, comprar ou manter. Um guia para perceber o que muda (ou não muda) na habitação
A proposta de Orçamento do Estado para 2027 não traz grandes novidades na habitação.
Conserva a maioria dos regimes que já vinham de anos anteriores e acrescenta poucas medidas novas.
As mais relevantes são a atualização das tabelas do IMT e um incentivo fiscal para as empresas que dão casa aos seus trabalhadores.
O resto… Comprar casa fica ligeiramente mais barato Quem quer comprar casa é quem mais sente a mudança.
Os escalões do IMT sobem cerca de 2,3%, por isso a mesma casa paga um pouco menos de imposto.
Na compra de habitação própria e permanente, a isenção passa a aplicar-se até 108 792 euros.
Acima desse valor, as taxas marginais sobem por escalões: 2%, 5%, 7% e 8%, até 676 185 euros.
Daí para cima aplica-se uma taxa única de 6% e, acima de 1 177 323 euros, de 7,5%.
Numa casa de 200 mil euros, o IMT fica em cerca de 3 360 euros, a que se soma o imposto do selo, que não muda.
Para os jovens até 35 anos que comprem a primeira casa, a isenção total de IMT sobe para 338 141 euros.
Entre esse valor e 676 185 euros, paga-se 8% apenas sobre a parte que excede o limite da isenção.
Na compra de segunda habitação ou de casa para arrendar, os escalões também são atualizados, mas a taxa começa logo em 1%.
Ficam de fora mudanças no crédito à habitação, nos juros ou na garantia pública aos jovens.
Inquilinos: o apoio à renda mantém-se Para quem arrenda, a principal notícia é a continuidade do apoio extraordinário à renda.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em 24.sapo.pt — o conteúdo pertence a SAPO24.