terça-feira, 1 de setembro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Cabo Verde promove estudo sobre défice de mão de obra na construção civil Ministro reconhece más condições em esquadras da PSP na Madeira Corpo de bebé encontrado dentro de mala na Grécia em caso chocante Incêndio em fábrica de pellets em Alcácer do Sal dado como extinto Enfermeiros necessários para ULS são cerca de 850, diz ministra da Saúde BD "Astérix na Lusitânia" sai em mirandês em outubro Universidade Técnica do Porto é "momento histórico" para Norte e ensino superior Portugal assinala 130 anos de primeira campanha oceanográfica com missão ao largo de Oeiras Quorum Dance Company assinala 20 anos com espetáculo e documentário na Amadora Álbum que reúne dez canções inéditas de Prince editado hoje Cabo Verde promove estudo sobre défice de mão de obra na construção civil Ministro reconhece más condições em esquadras da PSP na Madeira Corpo de bebé encontrado dentro de mala na Grécia em caso chocante Incêndio em fábrica de pellets em Alcácer do Sal dado como extinto Enfermeiros necessários para ULS são cerca de 850, diz ministra da Saúde BD "Astérix na Lusitânia" sai em mirandês em outubro Universidade Técnica do Porto é "momento histórico" para Norte e ensino superior Portugal assinala 130 anos de primeira campanha oceanográfica com missão ao largo de Oeiras Quorum Dance Company assinala 20 anos com espetáculo e documentário na Amadora Álbum que reúne dez canções inéditas de Prince editado hoje
Economia

Guerra e inflação passam fatura: Governo prevê pagar mais 776 milhões em juros da dívida em 2027

ECO ·
Guerra e inflação passam fatura: Governo prevê pagar mais 776 milhões em juros da dívida em 2027

O Ministério das Finanças está a prever um novo agravamento dos encargos com os juros da dívida pública no próximo ano.

A fatura com o serviço da dívida das administrações públicas deverá aumentar em cerca de 776 milhões de euros em relação a este ano , e isto num quadro de crescente pressão nos mercados obrigacionistas em todo o mundo por causa dos receios com a inflação causada pela guerra no Irão.

A estimativa consta do Quadro de Políticas Invariantes para 2027 , um documento em que as Finanças revelam o que acontece ao saldo orçamental, tanto do lado da receita como da despesa, sem novas medidas, a que o ECO teve acesso.

Tensão nos mercados de dívida deixa Orçamento sob pressão Ler Mais Depois de anos a fio em que o baixo custo de financiamento nos mercados permitiu a Portugal poupar nos juros da dívida, desde 2023 que esta tendência se inverteu por conta do aperto financeiro do banco central para controlar a escalada da inflação que se seguiu à invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022.

Em 2025, a fatura com os juros ascendeu a seis mil milhões de euros.

Valor que deverá agravar-se para 6,3 mil milhões este ano , pelo menos esta era a estimativa inscrita no Plano Orçamental-Estrutural Nacional de Médio Prazo, que o ministério liderado por Joaquim Miranda Sarmento apresentou em abril – já com o conflito no Médio Oriente em curso.

Isto significa que o Estado deverá ter de suportar mais de sete mil milhões de euros só em juros no próximo ano .

Para Miranda Sarmento, serão menos 776 milhões de euros que terá a menos para compor o Orçamento do Estado para 2027.

O ministro terá de apresentar a proposta orçamental dentro de mês e meio, no que marcará o início das negociações no Parlamento que deverão durar até ao documento final ser aprovado, algures no final de novembro.

O aumento dos encargos com os juros da dívida das administrações públicas é das rubricas que mais vão pesar no aumento da despesa que o Executivo já está a antecipar para o OE2027.

Equivale praticamente ao aumento de despesa que o Governo espera ter com a atualização regular das pensões no próximo ano, na ordem dos 824 milhões de euros.

Por aqui se percebe a importância que os governos têm atribuído à necessidade de ter contas públicas equilibradas e de reduzir a dívida pública.

Em junho, a dívida pública atingiu os 93% do Produto Interno Bruto (PIB) , agravando-se em relação ao final do ano passado, razão pela qual o primeiro-ministro veio a público para reafirmar o objetivo de redução para 87,5% do PIB no final deste ano .

“Não nos assustemos.

Ler a notícia completa no ECO ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

Este assunto em outros veículos

Mais de ECO

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›