OE2027: Miranda Sarmento diz que "aquilo que sair do Parlamento tem de ser aquilo que entrou"
O ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, realçou que o Orçamento do Estado para 2027 "que sair do Parlamento tem de ser igual ao que entrou" , garantindo esperar que não haja propostas de alteração aprovadas pelos dois maiores partidos da oposição que resultem em aumento de despesa ou diminuição de receita, e levem a que no próximo ano haja um défice orçamental, em vez do superávite de 0,1% previsto pelo Governo.
"Não acredito que os partidos queiram lançar o país num défice orçamental", começou por dizer Miranda Sarmento, na conferência de imprensa que teve lugar esta quinta-feira (8 de outubro) no salão nobre do Ministério das Finanças, em Lisboa.
Mais tarde, em resposta ao DN, dirigiu-se ao secretário-geral do PS, a quem elogiara a "responsabilidade" de viabilizar o Orçamento, apelando a que "não proponha, ou não ajude a aprovar propostas do Chega, que ponham em causa as contas públicas. (em atualização)
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